O verdadeiros sacrifício de Jesus não foi apenas durante aquelas horas amargas, desde o pretório romano até o seu último suspiro na cruz! Mas isso compreende e abrange a sua indescritível operação de abaixamento vibratório, qual ave sideral abandonando a atmosfera eletiva paradisíaca, para amoldar-se à gaiola estreita da carne humana e entregar ao vivo a mensagem do Amor que salva os homens! Num descenso atroz, a fim de ajustar-se, campo por campo, cada vez mais restritos e coercitivos, até alcançar a matéria e modelar o seu corpo carnal no ventre feliz de Maria. Nascendo e vivendo sob o regime comum da vida de todos os homens, Jesus não somente foi o melhor e o mais puro dos homens, como ainda o mestre fiel, amoroso e sábio, em cuja peregrinação física ensinou ao homem a sua libertação definitiva da carne.
JESUS CRISTO
O Texto abaixo foi retirado de uma antiga comunidade do
Orkut. È o mais primoroso, perfeito e completo sobre a discussão estabelecida
no cenario espirita.
É evidente que a mais complexa, didatica e esclarecedora
discussão que versa sobre qualquer conhecimento humano, não substitui a
experiencia que é o cotidiano das provações que realmente possibilita ao homem
transcender sua misera condição em direção aos mundos angelicos.
20/07/10
André Luís
A própria codificação diz que há a necessidade do mal para
entendermos o bem. Eu acredito que Jesus deva ter tropeçado em algum momento em
sua evolução, assim como a grande maioria dos espíritos (senão todos), e deve
ter tido contato com o mal. Ou não?
Mas...Em que reside tal necessidade, segundo a codificação?
É uma necessidade de conhecer o mal ou de praticar o mal? Não acredito que os
dois eventos se impliquem...
Ele seria menos merecedor de méritos se isso tivesse
ocorrido?
De modo algum! Aliás, todos os espíritos não tendem a
alcançar o mesmo patamar que Jesus, em algum momento?
Randy, você está certo.
Aliás, o meu propósito não foi responder, foi sugerir uma
hipótese para discussão e ver o que vocês achavam.
Expressei-me mal, portanto...
20/07/10
Randy
Geovani
Não, Jesus não evoluiu em linha reta. A acepção desta
fantasia pertence ao roustanguismo, um dos venenos mortais incrustrados no
Espiritismo e ao qual Chico Xavier serviu muito bem.
O espirito é criado simples e ignorante, assim diz a
codificação. E a mesma codificação também diz que a evolução moral DECORRE da
evolução intelectual. Portanto, o desenvolvimento intelectual deve vir ANTES.
Por uma questão de lógica, o sujeito primeiro aprende,
depois se moraliza. Enquanto está aprendendo, ainda não se moralizou. Se não se
moralizou, tomou atitudes não moralizadas, pois NÃO SABIA o que seria discernir
entre o bem e o mal.
O espirito em primeiras encarnações, por exemplo, mata seu
semelhante para dele se apropriar de comida, de bens e de fêmeas. Mata a prole,
se isso ameçar sua própria sobrevivência. Com o tempo e pela experiencia, ele
aprenderá a ESCOLHER. Mas, todo processo de ESCOLHA é derivado do processo de
COGNIÇÃO.
A mesma codificação nos informa ainda que o individuo é
escusado pelas falhas que comete POR NÃO CONHECER AS LEIS MORAIS, pelo seu
baixo padrão evolutivo. Mas, note: a codificação não diz que ele NÃO ERROU. Diz
que ele é... DESCULPADO...
O sujeito Jesus, jogado num planeta primitivo em primeiras
encarnações teve que sobreviver e não sabia nada de nada. Tomou decisões que
garantiriam sua sobrevivência. A custas de quê?
Coloque Jesus numa sociedade neanderthal e verifique se
seria possível para ele sobreviver a base de mesuras e cortesias num meio
hostil e economicamente escasso.
Além disso, Geovani, se aquela mesma codificação nos diz que
Jesus é exemplo, só pode ser exemplo para o homem comum. Eu sou um homem comum
e não poderia seguir o exemplo de quem nunca errou, até mesmo porque eu já
errei...
20/07/10
André Luís
Dúvidas...
Randy, eu muito provavelmente não compreendi seu texto
profundamente...Gostaria de que você me respondesse algumas dúvidas que ainda
me persistem...
Por uma questão de lógica, o sujeito primeiro aprende,
depois se moraliza. Enquanto está aprendendo, ainda não se moralizou. Se não se
moralizou, tomou atitudes não moralizadas, pois NÃO SABIA o que seria discernir
entre o bem e o mal.
1) O que são atitudes 'não-moralizadas'? Seriam atitudes
'más'?
2) O fato de uma pessoa não saber separar o bem e o mal a
impede de fazer o bem ou o mal?
A mesma codificação nos informa ainda que o individuo é
escusado pelas falhas que comete POR NÃO CONHECER AS LEIS MORAIS, pelo seu
baixo padrão evolutivo. Mas, note: a codificação não diz que ele NÃO ERROU. Diz
que ele é... DESCULPADO...
3) Ou seja, o indivíduo, por não conhecer as leis morais,
pode cometer erros. E por que não poderia NÃO cometer esses erros?
4) Se se pode violar uma lei sem conhecê-la, por que não se
poderia cumpri-la também sem conhecê-la?
Creio que me falta, com efeito, mais reflexão...
André Luís
Barão e Denise, eu entendo que os méritos ou 'punições' por
conta de uma ação dependem do nível de conhecimento que o indivíduo tem das
leis morais...Alguém que não tenha o progresso intelectual necessário, não vai
ser punido por isso...As tribos antropófagas, não são, pois, castigadas pelas
mortes que causam...
Até aí, tudo bem.
- Só que o que impede de alguém não ser evoluído
intelectualmente e, ao mesmo tempo, fazer o bem?
- A minha impressão foi que o Randy disse que, para fazer o
mal, não é necessário conhecer o mal. (Por isso mesmo, quando alguém mata
outrem sem saber o mal que está fazendo, não é punido. Mas isso não significa
que ela não errou, não significa que ela não fez o mal, significa que ela foi
desculpada.)
- Então, eu pergunto: para fazer o bem é necessário conhecer
o bem? É necessário saber distingui-lo do mal?
Tirolês
Tiroles
Não necessariamente, já que a Lei Natural está
"escrita" na consciência. Logo, é possível praticar o bem, sem ter o
discernimento consciente da Lei. É o caminho mais próvável que assim o seja,
como dizem os espíritos, mas não é regra.
20/07/10
André Luís
Tirolês,
Era essa a resposta que eu imaginava...
Sendo assim,
já que é possível praticar o bem sem conhecê-lo nem
discerni-lo do mal,
já que é possível cumprir as leis morais mesmo as
desconhecendo,
pergunta-se:
- O que impediria algum espírito de só fazer o bem durante
toda a sua jornada evolutiva?
20/07/10
André Luís
Alexandre, quando você fala de 'ignorância', a que está se
referindo? O que é 'ignorado'? As leis morais?
Se forem elas, eu repasso a você a minha pergunta:
- Se se pode violar uma lei sem conhecê-la, por que não se
poderia cumpri-la também sem conhecê-la?
Ou poderia também perguntar:
- Para fazer o bem é necessário conhecer o bem? É necessário
saber distingui-lo do mal?
.....................................................................................
Nelson, então, deixe-me entender:
Há lugares que permitem ao indivíduo ser bom, desde o raiar
de suas encarnações, e há outros que não permitem isso...Não seria assim?
Como, então, se justifica a justiça divina nesse caso?
......................................................................................
Muita Paz a Todos !
20/07/10
André Luís
Randy,
Se nós admitirmos que para fazer o bem é necessário conhecê-lo
e saber distingui-lo do mal, o problema já está resolvido há muito tempo!
O meu único questionamento é: por que o fato de o progresso
moral decorrer do progresso intelectual permite concluir isso?
Em outros termos, 'fazer o bem' implica 'progresso moral'?
Não seria o contrário, 'progresso moral' implicando 'fazer o bem'?
Por isso que, até agora, não tenho visto nenhum argumento
contra a ideia de a atitude de 'fazer o bem', justamente porque não implica o
progresso moral, pode coexistir ou mesmo preexistir ao 'progresso intelectual'.
Em outras palavras, a ideia da 'evolução em linha reta', de acordo com esse
raciocínio, não entraria em contradição com a implicação existente entre
'progresso intelectual' e 'progresso moral'.
Ademais, como se deve entender a questão 120 de "O
Livro dos Espíritos" a fim de que ela não entre em contradição com essa
última implicação? Com efeito, ela diz que nem todos os espíritos passam pela
fieira do mal, mas pela da ignorância.
Disso não se conclui que é possível passar pela jornada
evolutiva sem praticar o mal?
Já que é possível passar pela fieira da 'ignorância' sem
passar pela do 'mal', não se conclui que a primeira não é condição suficiente
para a segunda?
Randy, peço que esses meus questionamentos todos não sejam
interpretados como má-fé ou 'misticismo' da minha parte. Apesar de ter certas
ideias particulares, eu realmente me preocupo com a coerência doutrinária.
Algumas das ideias que eu expus em outras comunidades, creio, atestam essa preocupação...
Muita Paz!
20/07/10
André Luís
Randy, é exatamente isso que eu penso! Se se pratica o bem
sem conhecê-lo e sem saber distingui-lo do mal, não há mérito algum nisso...
Da mesma maneira que, como você disse, não existe 'punição'
pra quem faz o mal por ignorância. Mas o fato de esse indivíduo ter sido
desculpado, escusado, não significa que ele não falhou. Como você mesmo disse,
a codificação não diz que ele não errou. Diz que ele é... desculpado...!
Por isso, só o que eu pensei foi em adaptar esse pensamento
para o 'bem': se o indivíduo pratica o bem por instinto, ele não recebe nenhum
mérito com isso. Mas isso não significa que ele não acertou...Significa apenas
que ele não é recompensado!
Bom...Pelo menos, essa foi minha interpretação...
20/07/10
Randy
E disso tudo você conclui que Jesus evoluiu em linha reta?
André, a questão contigo é que quando cita a codificação
você se baseia em UM item, quando a codificação é um todo.
Pegue tudo isso que foi discutido e adicione o aspecto de
Jesus ser um exemplo. Como posso eu, no século XXI, seguir o exemplo de quem
nunca teria errado se eu mesmo já errei? A minha condição para ser como ele já
se perdeu, já se foi...
20/07/10
André Luís
E disso tudo você conclui que Jesus evoluiu em linha reta?
Não, claro que não...Apesar de isso, de acordo apenas com a
interpretação que eu sugeri, ser possível, nós ainda não temos elementos
suficientes para agregar essa ideia ao Espiritismo...(justamente pela questão
do C.U.E.E....)
André, a questão contigo é que quando cita a codificação
você se baseia em UM item, quando a codificação é um todo.
Pegue tudo isso que foi discutido e adicione o aspecto de
Jesus ser um exemplo. Como posso eu, no século XXI, seguir o exemplo de quem
nunca teria errado se eu mesmo já errei? A minha condição para ser como ele já
se perdeu, já se foi...
Randy, talvez quanto a isso você esteja certo mesmo...Na
minha opinião, faz sentido que seja assim...Vou estudar mais e, se chegar a
alguma conclusão que eu considere válida, posto aqui.
Muita Paz !
21/07/10
Nelson Free Man
André Luis
"Com efeito, ela diz que nem todos os espíritos passam
pela fieira do mal, mas pela da ignorância. "
Você analisou sem entrar no mérito da citação, tão
brilhantemente exposta pelos Espíritos.
Dizer que "nem todos os espíritos passam pela fieira do
mal", não quer dizer jamais que eles não possam ter praticado o mal.
Entretanto, como eles passam pela fieira da ignorância, o mal que eles possam
ter praticado, para eles não será mal já que dele ainda não têm o conhecimento.
A ignorância entre o bem e o mal, a prática daquilo que lhe
serve à sua sobrevivência, é para ele um ato de preservação. Esse não é o mal,
quando a ignorância do fato não o faz raciocinar como tal.
É porisso que o progresso moral decorre do progresso
intelectual, ou seja do conhecimento das coisas. Como alguém poderá saber entre
o mal e o bem, se dessa diferença não tiver o conhecimento, a sabedoria para
distinguir?
É preciso ter olhos, ouvidos e mente sem vícios para entender
e compreender a clareza dos ensinamentos dos Espíritos da codificação.
Portanto, evolução em linha reta é ilógico e impossível de
acontecer, seja com o Espírito simples e ignorante que for. E TODOS uma vez,
foram. Mesmo porque, o mal praticado na ignorância do mal, não deixará jamais
de ser o mal e esse estará no débito do autor.
[ ]'s
.
22/07/10
André Luís
Nelson,
Antes de mais nada, gostaria de agradecer a você pelos
esclarecimentos e de dizer que suas ideias me parecem um tanto quanto coerentes...
Mas, gostaria de compartilhar com você algumas dúvidas...
1) Qual o conceito de "mal" que você utiliza na
sua explanação?
De acordo com a codificação, o mal é tudo aquilo que se
afasta ou que infringe a lei de Deus.
No entanto, a impressão que tive é que você relativizou o
conceito de mal. Ou seja, sujeitou-o a um outro parâmetro, que não a Lei de
Deus, mas ao progresso intelectual que o indivíduo já tenha efetuado. Por isso,
questiono:
2) Onde estaria embasado, na codificação, esse conceito relativo
de "mal"?
Vejamos a sua análise:
Entretanto, como eles passam pela fieira da ignorância, o
mal que eles possam ter praticado, para eles não será mal já que dele ainda não
têm o conhecimento.
[...]
Esse não é o mal, quando a ignorância do fato não o faz
raciocinar como tal.
De acordo com o meu entendimento, você disse que alguma ação
só pode ser caracterizada como maléfica se o indivíduo disso tiver
conhecimento. Não seria assim?
Não obstante, até onde eu sei, não é isso que os espíritos disseram
a Kardec.
Conforme postei no início, a espiritualidade diz, na questão
629, que o mal pode ser definido como tudo aquilo que infringe as leis de Deus.
Ora, definir significa limitar, balizar. E foi isso que os
espíritos fizeram, na referida questão.
Qualquer atitude ou infringe ou não infringe a Lei de Deus.
Não há caracterização intermediária. Portanto, ou uma ação é má, ou não é.
(...segue...)
22/07/10
André Luís
Continuação...
Baseado nisso, gostaria de que fosse respondido:
3) Se uma tribo indígena - que se caracteriza, como sabemos,
pelo baixo desenvolvimento intelectual e, consequentemente, moral - mata,
pratica homicídio, tira a vida de uma pessoa para dela se alimentar, poderíamos
dizer, de acordo com as conceituações doutrinárias, que ela não está fazendo o
mal? Ou que está praticando o mal?
Ao meu ver, a codificação não diz que os membros dessa tribo
não cometeram o mal. Malgrado tenham cometido o mal, por terem infringido a Lei
de Deus, o Espiritismo diz que eles serão escusados, justamente por não terem
eles consciência do que estão fazendo..
Como se pode notar, na minha opinião, a interpretação mais
coerente com a codificação foi a que o Randy nos ofereceu, no seu segundo post
nesse tópico.
Agora, a pergunta: Em que aspecto essa discussão toda se
relaciona àquela anterior, sobre a hipótese da "evolução em linha
reta"?
Ora, desde que eu citei a questão 120
do LE, no sentido de fundamentar essa hipótese, é necessário precisar a ideia
de "mal". Daí, até agora, vi duas conceituações:
I) O Mal seria tudo aquilo que infringe a Lei Natural -
Questão 629 do LE - Conceito absoluto, por não estar vinculado a nenhuma
condição.
II) O Mal é toda a infração à Lei Natural que é conhecida e
distinguida pelo sujeito da infração (no caso, o Homem) - Conceito relativo,
por estar condicionado ao nível de progresso intelectual do autor da infração à
Lei de Deus.
Sendo assim, pergunta-se:
4) De acordo com qual dos conceitos acima apresentados deve
ser entendida a palavra mal, tal qual ela é utilizada na questão 120? Com o
conceito I - o absoluto - ou com o conceito II - o relativo?
.......................
Ora, ao que parece, o ínclito codificador entendeu da mesma
maneira que eu a referida questão. Isso pode ser evidenciado pelos seguintes
segmentos do mesmo capítulo:
(...segue...)
22/07/10
André Luís
Continuação...
I) Questão 124 - "124. Havendo Espíritos que, desde o
princípio, seguem o caminho do bem absoluto, e outros o do mal absoluto, haverá
gradações, sem
dúvida, entre esses dois extremos?
– Sim, por certo, e constituem a grande maioria."
Está explícito aí que, segundo o entendimento de Allan
Kardec, é possível que alguns espíritos sigam, desde o princípio, o caminho do
bem e outros o caminho do mal. E essa interpretação do codificador é confirmada
pelo(s) espírito(s) que responde(m) à questão.
II) Resposta da Questão 127 - "São criados iguais, mas
não sabendo de onde vêm, é necessário que o livre-arbítrio se desenvolva.
Progridem mais ou menos rapidamente, tanto em inteligência como em moralidade.
Os Espíritos que seguem desde o princípio o caminho do bem, nem por isso são
Espíritos perfeitos. se não têm más tendências, não estão menos obrigados a
adquirir a experiência e os conhecimentos necessários à perfeição."
III) Na mesma resposta - "Assim como temos homens que
são bons e outros que são maus, desde a infância, há Espíritos que são bons ou
maus, desde o princípio, com a diferença capital de que a criança traz os seus
instintos formados, enquanto o Espírito, na sua formação, não possui mais
maldade que bondade."
Como se pode ver, a ideia de que é possível, desde o início,
seguir sempre o caminho do bem se encontra perfeitamente corroborada pelos
espíritos.
Ao que me parece, a menos que os conceitos de
"bem" e de "mal" sejam relativizados, como propôs o nosso
amigo Nelson, é possível que haja espíritos que não tenham, em nenhum momento
de sua trajetória evolutiva, praticado o mal - infringido a Lei de Deus, já
que, de acordo com a questão 629, os conceitos de mal e bem são mutuamente
excludentes.
.......................
Pergunta final:
5) De acordo com a DE, é ou não é possível manter-se no
caminho do bem durante toda a trajetória evolutiva?
.......................
Muita Paz!
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41-50 de 102
22/07/10
André Luís
Randy,
- O fato de alguém não errar - ou não cometer o mal - é
suficiente para caracterizá-lo como "perfeito"?
- Vejamos a resposta da codificação: "Os Espíritos que
seguem desde o princípio o caminho do bem, nem por isso são Espíritos
perfeitos; se não têm más tendências, não estão menos obrigados a adquirir a
experiência e os conhecimentos necessários à perfeição. Podemos compará-los a
crianças que, qualquer que seja a bondade dos seus instintos naturais, têm
necessidade de desenvolver-se, de esclarecer-se, e não chegam sem transição da
infância à maturidade."
Ou seja, não basta seguir o caminho do bem para ser
perfeito.
Ou seja, não basta não errar para ser perfeito.
Não seria assim?
22/07/10
Randy
Repito a resposta anterior. Você leu a expressão "más
tendências" no texto que citou?
Estamos falando de uma opção, de um perfil de caráter. Não
estamos falando de RESULTADOS.
Evoluir em linha reta significa não errar - sempre fazer as
corretas opções. Como fazer corretas opções em a clareza das opções?... E
repito: quem NAO ERRA não é perfeito. Mas... e a palavra
"tendências"? Tendencia para o bem não é a mesma coisa que agir pelo
bem, ou seja, fazer as corretas opções.
Eu posso ser bom, considerando a média da humanidade e
assistir filmes pornográficos... E aí? Não prejudiquei ninguém, senão a mim
mesmo... Mas, na média, eu sou o que todo mundo considera "gente
boa"... Como ficamos?
Chico Xavier era bom? Ok... mas usava peruca... Mas, o uso
de peruca não é sinal de vaidade e vaidade não é vicio de caráter?... Então,
Chico evoluiu em linha reta ou tinha TENDENCIAS a adotar as melhores opções?
Até por uma questão de lógica, alguns erros humanos SÃO
NECESSÁRIOS para a sobrevivencia da espécie e evolução do homem. Exemplo? As
guerras... Podemos citar um unico espirito que em nenhuma encarnação tenha
lutado contra o proximo de alguma forma?
23/07/10
André Luís
Randy,
Sobre a sua reflexão acerca do significado de
"tendências", você está certo.
Ter boas tendências não implica fazer o bem, assim como ter
más tendências não implica fazer o mal. Correto.
O problema é que a discussão não se restringe a
'tendências'.
Estamos falando de fazer o bem, algo maior do que ter
tendências ao bem.
No segundo período do texto citado, a codificação diz que
não basta ter boas tendências para ser perfeito. Corretíssimo!
E ela diz também que, além disso, não basta nem sequer fazer
o bem para ser perfeito.
E o que significa 'fazer o bem'? De acordo com a doutrina,
significa cumprir a Lei divina, ou Lei Natural.
Portanto, dá pra concluir que cumprir a Lei de Deus por meio
do livre-arbítrio não é condição suficiente para ser perfeito.
Cumprir a lei de Deus significa fazer a escolha correta, não
é?
Logo, se o indivíduo cumpre sempre a Lei de Deus, ele sempre
faz a escolha correta. Certo?
Logo, conclui-se que não basta fazer sempre a escolha
correta para ser perfeito.
....................
Eu posso ser bom, considerando a média da humanidade...
Correto. Mas o conceito de "bom", de
"bem" e de "fazer o bem" que eu venho adotando estão em
função do cumprimento ou do não-cumprimento da Lei Natural. Aliás, é este o
parâmetro utilizado pela codificação.
Não estou colocando como referência a média da humanidade.
Se utilizássemos este último padrão, e não o primeiro, eu
concordaria com você.
.....................
...Podemos citar um unico espirito que em nenhuma encarnação
tenha lutado contra o proximo de alguma forma?
Isso me exigiria um conhecimento aprofundado de sua
biografia e de toda a sua trajetória evolutiva. Algo que não tenho.
.....................
Então, Chico evoluiu em linha reta ou tinha TENDENCIAS a
adotar as melhores opções?
Ao que me parece, a segunda alternativa.
(...segue...)
23/07/10
André Luís
continuação...
De qualquer maneira, é bom esclarecer: eu estou tratando
toda a questão do ponto de vista lógico-dedutivo, a partir das consequências
lógicas que se podem tirar de algumas assertivas doutrinárias.
....................
Como fazer corretas opções sem a clareza das opções?
(Essa pergunta é análoga à questão 122 do L.E. ...)
A que opções você se refere?
Creio que sejam, em última análise, duas: o bem e o mal.
O problema é que o conceito de opção, de escolha, já implica
a ideia de clareza. Esta última está contida naquele. Vou mostrar o porquê.
[Vamos nos utilizar daquela cena do Matrix...]
Eu posso escolher entre tomar a pílula vermelha ou a pílula
azul. Só que o fato de eu poder escolher já implica que eu posso ver ambas e
diferenciar uma da outra.
E o fato de eu poder vê-las e diferenciá-las já implica que
eu posso escolher uma ou outra.
[Trata-se, então, do que é conhecido na lógica pelo nome de
bicondicionalidade.]
Ora, então, se não há clareza de opções, simplesmente não há
opções!
Se, ao contrário, a partir do momento em que eu posso vê-las
nitidamente, ou mesmo entrevê-las, já estou facultado a escolher entre uma
delas. E só uma, já que ambas - o bem e o mal - se excluem mutuamente.
E, se não há opções, não há opções boas, nem más...
Bom...Pelo menos é assim que me parece...
23/07/10
Randy
Um dos perigos na análise da codificação é desconhecer
quando relativizar e quando absolutizar.
O bem e o mal (ou ignorancia) são conceitos relativos ou
absolutos?
Acredito que absoluto, no campo moral, somente é o conceito
de perfeição. E nem o conhecemos ainda...
Acredito no discurso relativizado. E acredito nos meus
argumentos e entendimentos. E vou mais além na relativização do discurso:
- Jesus é um espirito puro? Ou é o "mais puro" que
encarnou na Terra?
Não preciso explicitar esse dilema. Eu fico com a segunda
alternativa por uma questão de tradução do original em francês e por questão de
bom senso.
De toda maneira, entendida a segunda hipótese, não se pode
falar em Jesus evoluido em linha reta. A evolução de Jesus simplesmente... não
acabou...
É mais um exemplo de relativização do discurso.
A outra quesstão é que eu citei um fato e você o ignorou:
alguns vicios humanos são necessários para etapas evolutivas. Dou um exemplo
bobo, muito bobo, mas ilustrativo: até que ponto os homens se banhavam no
passado? Por uma questão de compreensão das regras de higiene ou por uma
necessidade social? Ora, se for a primeira, temos homens evoluidos
intelectualmente fora do tempo histórico. Se for a segunda, temos a vaidade
impelindo o homem a atitudes que salvaguardam sua saúde física...
23/07/10
André Luís
Randy,
Eu vejo coerência em muita coisa que você diz...
O discurso relativista, em si mesmo, me parece coerente...
Mas, por outro lado, acho que os meus argumentos, até certo
ponto, estão fundamentados...
Creio que preciso refletir mais.
De qualquer modo, depois volto.
Paz !
23/07/10
Nelson Free
Man
André
Luis...
"De acordo com o meu entendimento, você disse que
alguma ação só pode ser caracterizada como maléfica se o indivíduo disso tiver
conhecimento. Não seria assim?"
De acordo com o seu entendimento, não houve entendimento do
que eu escrevi.
O mal será sempre o mal; qualquer ato, como você mesmo já
demonstrou saber, que infrinja as Leis Divinas.
O que eu escrevi é com respeito à pessoa, ao Espírito,
simples e ignorante. Todo o mal que ele fizer, se disso não tiver ainda o
conhecimento, i.e, a sabedoria de que seja o mal, para ele não haverá punição
pelo mal que houver praticado. Porém, o mal não deixará de ser mal, ficando
ele, o executor, em débito com as mesmas Leis Divinas.
Foi isso que explicaram, e é isso que aceito por entender
como lógico e corretamente racional.
E é porisso, também, que entendo que nenhum Espírito, nos
primórdios das suas encarnações, possa deixar de praticar o mal, segundo as
Leis Divinas, mesmo dele não tendo a sabedoria de identificá-lo como tal. Por
lógica, é questão de sobrevivência material num mundo exclusivamente físico.
Os aspectos espirituais, nesse caso, ainda estão
inalcansáveis. Não esqueçamos a sua origem, ainda primitiva; simples e ignorante.
Duas qualidades ainda primárias, fruto da sua criação que inciará, na primeira
encarnação, o processo de evolução e progresso espiritual.
[ ]'s
.
23/07/10
Nelson Free
Man
ah...
esqueci de fechar a questão do tópico...
Jesus não passou por um processo diferente desse. TODOS os
espíritos são criados iguais, com essas duas qualidades, sem excessão. TODOS os
espíritos têm a sua primeira encarnação, primitiva, e se primitiva, selvagem.
Não há como pensar o mal não sendo praticado, sem a
sabedoria deste, mas mesmo assim, o mal na análise das Leis Divinas.
NENHUM espírito tem o privilégio de não passar por essa
experiência, pois não há privilégios na criação, já que para DEUS ninguém é
privilegiado. O privilégio derrubaria o conceito de bondade, justiça e
perfeição.
[ ]'s
.
23/07/10
Marcelo
Dai vilanova - Aviso da Moderação
Postagens apagadas e exclusão da comunidade.
Att.
23/07/10
Luciana
Eu estou acompanhando tudo, mas minha cabecinha dá um nó
nesta questão.
124 Uma vez que há Espíritos que, desde o princípio, seguem
o caminho do bem absoluto e outros o do mal absoluto, deve haver, sem dúvida,
degraus entre esses dois extremos?
– Sim, certamente, e é aí que se encontra a grande maioria.
Não há evoluçao em linha reta, é fato. Mas desde o principio
posso seguir o caminho do bem. Se não conheço nada, como posso saber escolher ?
Alguem me explica?
23/07/10
André Luís
Denise e Randy, vocês estão corretos.
A observação, em si, não exige racionalidade alguma -
conforme a minha analogia, ainda que imperfeita, demonstra.
No entanto, seguindo-se essa percepção da construção de
conceitos, está implicado, sem dúvida, um certo desenv.intelectual. Certíssimo.
- Mas a prática do bem e a do mal envolve a construção
cognitiva desses conceitos?
O indiozinho que vê seu pai ter convulsões por ter ingerido
determinada substância letal não tem, por instinto, a tendência de evitar tal
substância, tão logo a reconheça?
Justamente porque o indiozinho age por instinto de conservação,
diz-se que ele age de acordo com a sua natureza.
E se ele age de acordo com a natureza - com a Lei de Deus,
portanto -, não está a fazer um bem - no sentido absoluto?
Ora, da leitura do L.E. se depreende facilmente que os
instintos são inteligências rudimentares decorrentes da própria natureza dos
seus portadores.
Hoje, podemos confirmar isso pela Ciência, já que, conforme
diz ela, muitos instintos fincam suas raízes na constituição genética do
indivíduo.
Sendo o instinto uma criação divina, por fazer parte da
natureza, há como conceber que ele possa ser "mau", no sentido
absoluto da palavra (o de infração à Lei Divina)?
E o Espiritismo não é o primeiro a atribuir o caráter de
divino à todas as leis do Universo. Paulo de Tarso e o filósofo Baruch de
Spinoza fizeram, também, essa identificação, e este último a demonstrou, por
meio de um tratamento axiomático-dedutivo, em seu tratado de Ética.
Muita Paz!
24/07/10
André Luís
Crauda, realmente, a minha comparação não foi correta. Eu
quis apenas me referir a algum indivíduo que age por impulso exclusivo do
instinto, não dispondo, pois, de outro mecanismo inteligente fora esse. Logo,
me expressei incorretamente.
Obrigado pela correção.
.......................
Nelson, não se trata mais de uma ideia fixa à qual se
procuram argumentos para sustentar. A ideia da evolução em linha reta, tal como
ela é descrita por Emmanuel, não é senão a evolução dos espíritos que, desde o
princípio, seguem o caminho do bem absoluto, conforme a codificação diz
claramente. A menos que as traduções de Herculano Pires e Salvador Gentile - as
que eu estou consultando - estejam erradas, é exatamente isso que diz o Livro
dos Espíritos.
Reconheço que entendi errado o seu conceito de
"bem" e de "mal".
Mas é que imaginar que quando os espíritos utilizaram a
palavra "bem" eles quiseram se referir às "tendências ao
bem", é um erro de interpretação textual, de atribuir a uma palavra um
significado totalmente diferente do que ela assumiu, a princípio. Os conceitos
de "bem" e "mal", pois, estão muito bem descritos na
questão 630 do L.E.
Repare que, nos trechos que eu citei, os espíritos e Kardec
não só disseram que um espírito pode, desde o início, ter "tendências absolutas
ao bem", mas disseram, outrossim, que ele pode, desde o inicío, seguir
sempre o bem absoluto.
Entre ter "tendência absoluta para o bem" e
"seguir sempre o bem absoluto" há grande distância.
Ou seja, segundo a doutrina, o espírito efetivamente pode,
desde o princípio, dar cumprimento absoluto à lei de Deus, e não somente
"tender" a esse cumprimento.
Em outras palavras, se a codificação dissesse apenas que
"há espíritos que, desde o início, seguem o caminho que, para eles, é o
caminho do bem", eu concordaria com você.
Mas ela não disse isso, conforme eu já demonstrei.
(...segue...)
24/07/10
André Luís
Continuação...
O problema não é mais, pois, entre uma ideia de
"fora" e uma de "dentro" da codificação. Como eu disse, a
discussão se tornou intra-doutrinária.
Agora, nós precisamos entender como é possível um espírito
ser bom desde o início - como dizem os trechos citados - se, em algum momento,
ele não tinha livre-arbítrio nem desenvolvimento intelectual.
...................
Muitos já disseram que o mal independe da vontade ou do
conhecimento do indivíduo. O selvagem que mata seu semelhante em cumprimento do
seu instinto de conservação não deixa de fazer o mal. O que ocorre é que ele é
desculpado desse mal, justamente por não ter conhecimento dele.
Só que esse raciocínio nos permite algumas dúvidas:
1) Onde está dito isso na codificação? Onde está dito que
ele, mesmo sem saber ou querer, cometeu um mal?
Pelo que eu já li, a resposta é em lugar nenhum.
E, seguindo determinada sequência totalmente embasada na
codificação e na lógica, é possível concluir justamente o contrário, ou seja,
que o indivíduo que age impelido unicamente por um instinto natural não está
fazendo o mal, visto que não descumpre, por essa ação, nenhuma das Leis de Deus.
Vejamos:
Premissa I) O instinto de conservação é, sem dúvida,
pertencente ao domínio das Leis da Natureza - (Questão 702 do L.E.)
Premissa II) Todas as Leis Naturais são divinas - (Questão
617 do L.E.)
Premissa III) Deus é soberanamente justo e bom - (Questão 13
do L.E.)
Síntese e conclusão I) Se Deus é soberanamente justo e bom,
a razão não aceita que ele possa ter criado o mal. Logo, as Leis naturais - que
são divinas - à semelhança de Deus, são soberanamente justas e boas. E sendo o
instinto de conservação uma Lei da Natureza, não pode, obviamente, infringir a
Lei da Natureza e, por consequência, não pode ser um mal.
(...segue...)
24/07/10
André Luís
Continuação...
2) Pode um instinto ser "mau" - no sentido
absoluto do termo? Pode um instinto natural levar algum ser a infringir uma Lei
de Deus?
Allan Kardec, em "A gênese", no capítulo "O
Bem e o Mal", responde essa pergunta - dizendo que o instinto, em si
mesmo, é um guia seguro e bom - e corrobora as sínteses e conclusões expostas
acima.
..........................
Estando demonstrado que o instinto sempre é bom, por que a
codificação se referiria constantemente aos "maus instintos" do
homem?
Com efeito, os instintos sempre são bons. E, sendo assim, o
homem que age exclusivamente por eles, não faz senão o bem.
Só que, a um determinado de seu progresso, o espírito passa
a não dispor apenas do instinto para agir. Dispondo já de inteligência
desenvolvida e de senso moral, cumpre-lhe fazer as escolhas corretas, conforme
lhe faculta o seu livre-arbítrio.
Em outras palavras, ele já tem a opção de descumprir a Lei
de Deus.
Contudo, a partir do momento em que eles adquirem o
discernimento necessário, podem optar entre seguir os antigos instintos e
continuar matando pessoas ou aplicar os novos conhecimentos e se alimentar das
fontes que encontraram, sem precisar tirar a vida dos outros.
Se escolherem continuar seguindo os instintos animais - que
somente agora se revelam desnecessários, esses instintos seram chamados maus
instintos, porque, ao invés de conduzi-los ao cumprimento da Lei de Conservação
- o que é um bem -, agora os conduzem ao mal.
Allan Kardec dá exatamente essa mesma explicação em "A
Gênese":
"O Espírito tem por destino a vida espiritual, porém,
nas primeiras fases da sua existência corpórea, somente às exigências materiais
lhe cumpre satisfazer e, para tal, o exercício das paixões constitui uma
necessidade para o efeito da conservação da espécie e dos indivíduos,
materialmente falando.
(...segue...)
24/07/10
André Luís
Continuação...
[...]
Mas, uma vez saído desse período, é então que o Espírito
exerce domínio sobre a matéria, sacode-lhe o jugo, avança pela senda
providencial que se lhe acha traçada e se aproxima do seu destino final.
Se, ao contrário, ele se deixa dominar pela matéria, atrasa-se
e se identifica com o bruto.
Nessa situação, o que era outrora um bem, porque era uma
necessidade da sua natureza, transforma-se num mal, não só porque já não
constitui uma necessidade, como porque se torna prejudicial à espiritualização
do ser.
[...]
O mal é, pois, relativo e a responsabilidade é proporcionada
ao grau de adiantamento.
Todas as paixões têm, portanto, uma utilidade providencial,
visto que, a não ser assim, Deus teria feito coisas inúteis e, até, nocivas.
No abuso é que reside o mal e o homem abusa em virtude do
seu livre-arbítrio. Mais tarde, esclarecido pelo seu próprio interesse,
livremente escolhe entre o bem e o mal." - Allan Kardec.
Está mais do que claro por aí que um mal realmente
necessário não é mais um mal.
A paixão que serve à necessidade de conservação, não é mais
uma paixão, um mal, um descumprimento das leis divinas.
..............................
Muitos poderiam opor a todo esse discurso a questão 638, do
L.E., como resposta à minha primeira indagação.
Com efeito, é dito que o mal não é menos mal por ser
necessário.
Primeiramente, é necessário salientar a amplitude do
conceito de necessidade.
Quando temos fome, e não dispomos senão de uma pessoa viva
ao nosso lado, é necessário matá-la para satisfazer a nossa fome. Esse é aquele
que Kardec chama de necessário, materialmente falando.
Não obstante, a necessidade que por vezes se nos apresenta é
construída por nossas próprias escolhas, muitas das quais erradas. Não se nega
que, para que um usuário de crack obtenha o produto químico do qual é
dependente, pode ser necessário que ele mate os próprios pais.
(...segue...)
24/07/10
André Luís
Continuação... - Conclusão.
Só que, nesse caso, a "necessidade" foi derivada
de opções erradas, más, que o indivíduo em questão tomou em virtude de seu
próprio livre arbítrio.
Da mesma forma, quando certas civilizações chegam a esgotar
os recursos naturais que lhes facultam a sobrevivência, frequentemente partem
para guerrear com as outras, a fim de obter alimento. Só que essa
"necessidade" alimentar se originou da ganância e de querer mais que
o necessário à própria sobrevivência. Platão discorre profundamente sobre isso,
no 2º livro de "A República".
Portanto, o mal que se origina a partir de uma necessidade
construída por nós mesmos, em função de opções que fizemos, continua sendo mal.
Não obstante, é inconcebível afirmar que possam ser más as
atitudes provenientes de necessidades reais e profundas, independentes de
nossas escolhas. Porque tais necessidades são consequência da própria natureza,
e sendo essa natureza soberanamente justa e boa, não pode produzir o mal.
É esse o entendimento que o codificador revela acerca do
assunto. E, provavelmente, é a única maneira de impedir uma contradição entre
"ser bom desde o princípio" e "ser criado simples e
ignorante", sem fugir dos sentidos possíveis das palavras.
A questão 709, ao meu ver, autoriza e até exige esse
entendimento.
Para concluir, cito as questões 704, 705, 707, 709, 715, 716
e 717 do L.E., que reflexionam acerca dessas ideias.
............
CONCLUSÃO
Essa sequência de posts não teve outro objetivo que a
demonstração lógica e doutrinária de que é possível ao Espírito atravessar a
jornada evolutiva sem jamais incorrer em erro - ideia que se alicerça na codificação
-, e, principalmente, de que essa ideia jamais entra em contradição com
qualquer outra parte da D.E.
Espero que os amigos meditem sobre o que acabo de expor e
que me corrijam onde eu tiver me equivocado, conforme têm feito até agora.
Muita Paz a Todos!
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Assunto trancrito de uma comunidade do ORKUT
Duvida Sobre Espirito Puro
Comunidade Orkut
Allan
Kardec e Espiritismo
... penso que é preciso fazer a
distinção de que o fato de estarem livres da necessidade de reencarnação, isso
não impede que se reencarnem em Missão.
Não só estão livres da necessidade como para eles é impossivel a reencarnação em um corpo animalizado.
Este seria um caso de involução que a Codificação nega.
Qdo. o espirito qtinge o grau que se denomina Espirito Puro trona-se para ele impossivel reencarnmar novamente.
Como é impossivel para o homem reencarnar em um corpo do animal inferior deste planeta.
Não só estão livres da necessidade como para eles é impossivel a reencarnação em um corpo animalizado.
Este seria um caso de involução que a Codificação nega.
Qdo. o espirito qtinge o grau que se denomina Espirito Puro trona-se para ele impossivel reencarnmar novamente.
Como é impossivel para o homem reencarnar em um corpo do animal inferior deste planeta.
RobertoMas
pode se revestir de algum corpo (encarnar) se estiver em missão...Os Espíritos
puros habitam determinados mundos, mas não estão confinados a eles como os
homens a Terra; eles podem, melhor que os outros, estar em toda parte.Estar
em toda parte Vc.
entende como reencarnar?
Qto. a primeira afirmativa onde vc viu na codificação ou nas obras de Chico Xavier que Espirito Puro reencarna em missão?
Qto. a primeira afirmativa onde vc viu na codificação ou nas obras de Chico Xavier que Espirito Puro reencarna em missão?
Cesar,
Primeiro...Pow Cara, quem falou em "reencarnar"? tá me estranhando? hehehe
somos do mesmo time..rsrsrs
Releia e perceberá o grave erro....Não falei em reencarnar...
Primeiro...Pow Cara, quem falou em "reencarnar"? tá me estranhando? hehehe
somos do mesmo time..rsrsrs
Releia e perceberá o grave erro....Não falei em reencarnar...
Tá...Tá.
Podem estar em toda parte que ñ quer dizer reencarnar.
E esta?
Mas pode se revestir de algum corpo (encarnar) se estiver em missão...
Cade a fonte?
E esta?
Mas pode se revestir de algum corpo (encarnar) se estiver em missão...
Cade a fonte?
Cesar,
Quis dizer o seguinte..
A palavra "reencarnação" é para aqueles que estão "no processo evolutivo", ou o famoso "erraticidade"...
Se ocorrer, excepcionalmente, a necessidade de um espírito puro ir a um mundo se revestir eu chamei de "encarnar"...ou outro nome que seja, mas que seria o revestimento de matéria visível àqueles que estão num determinado nível evolutivo.
No caso de Jesus nós (e a Codificação) o consideramos espírito puro...Ora, se Jesus é espírito puro (não sujeito mais à reencarnação), mas veio ao mundo é porque ele "encarnou"...Aliás, João na em seu Evangelho fala: E o verbo se fez carne....Encarnou entre nós...
Mas eu me sirvo do Livro "O Céu e o Inferno" quando fala dos Messias" responsáveis pelos globos...Ora, o Messias do nosso mundo é Jesus...
Veja:
Os puros Espíritos são os Messias ou mensageiros
de Deus pela transmissão e execução das suas vontades. Preenchem as
grandes missões, presidem à formação dos mundos e à harmonia geral do Universo,
tarefa gloriosa a que se não chega senão pela perfeição. Os da ordem mais elevada
são os únicos a possuírem os segredos de Deus, inspirando-se no seu pensamento, de
que são diretos representantes.
"O Céu e o Inferno - cap. O Céu - 1ª PARTE - CAPÍTULO III - item 12"..
_____________________________-
Cesar, PELO AMOR DE DEUS", pelas cinco chagas de Nosso Senhor...
Não use mais a expressão: "fundamente isto na Codificação"....(hehehehe)
Andou bebendo em águas turvas? Isto é expressão "xiíta pseudo-científica"...
Qué qui é isso, cumpadi? Passou pro o outro lado do rio? (rsrsrsssrsrsrs)
abração,
Roberto
Quis dizer o seguinte..
A palavra "reencarnação" é para aqueles que estão "no processo evolutivo", ou o famoso "erraticidade"...
Se ocorrer, excepcionalmente, a necessidade de um espírito puro ir a um mundo se revestir eu chamei de "encarnar"...ou outro nome que seja, mas que seria o revestimento de matéria visível àqueles que estão num determinado nível evolutivo.
No caso de Jesus nós (e a Codificação) o consideramos espírito puro...Ora, se Jesus é espírito puro (não sujeito mais à reencarnação), mas veio ao mundo é porque ele "encarnou"...Aliás, João na em seu Evangelho fala: E o verbo se fez carne....Encarnou entre nós...
Mas eu me sirvo do Livro "O Céu e o Inferno" quando fala dos Messias" responsáveis pelos globos...Ora, o Messias do nosso mundo é Jesus...
Veja:
Os puros Espíritos são os Messias ou mensageiros
de Deus pela transmissão e execução das suas vontades. Preenchem as
grandes missões, presidem à formação dos mundos e à harmonia geral do Universo,
tarefa gloriosa a que se não chega senão pela perfeição. Os da ordem mais elevada
são os únicos a possuírem os segredos de Deus, inspirando-se no seu pensamento, de
que são diretos representantes.
"O Céu e o Inferno - cap. O Céu - 1ª PARTE - CAPÍTULO III - item 12"..
_____________________________-
Cesar, PELO AMOR DE DEUS", pelas cinco chagas de Nosso Senhor...
Não use mais a expressão: "fundamente isto na Codificação"....(hehehehe)
Andou bebendo em águas turvas? Isto é expressão "xiíta pseudo-científica"...
Qué qui é isso, cumpadi? Passou pro o outro lado do rio? (rsrsrsssrsrsrs)
abração,
Roberto
Responder
mas
veio ao mundo é porque ele "encarnou"...Aliás, João no seu Evangelho fala: E o verbo se fez
carne....Encarnou entre nós...
Esta foi forçassão de barra hem amigão?
No meu entender Espirito Puro NÃO PODE mais reencarnar.
E claro que somos do mesmo time.
Vc. leva tudo para o lado da competição né????
Este seu avatar é bem indicativo. Vc pratica artes marciais né?
E lembrando que este formato de debate é altamente didatico por isto que vira e meche eu dou uma provocada no interlocutor.
E sim o Messias de nosso mundo é Jesus e no trecho que vc. colou do livro ñ esta afirmado a reencarnação.
.
Esta foi forçassão de barra hem amigão?
No meu entender Espirito Puro NÃO PODE mais reencarnar.
E claro que somos do mesmo time.
Vc. leva tudo para o lado da competição né????
Este seu avatar é bem indicativo. Vc pratica artes marciais né?
E lembrando que este formato de debate é altamente didatico por isto que vira e meche eu dou uma provocada no interlocutor.
E sim o Messias de nosso mundo é Jesus e no trecho que vc. colou do livro ñ esta afirmado a reencarnação.
.
Cesar,
olha só.
Se Jesus é o nosso Messias, se Jesus é espírito puro (cfme a Codificação) e se ele esteve entre nós é porque encarnou....
Mesmo que tenha encarnado no esquema "fluídico" (de Roustaing), hehehe (te peguei, hem?)....mesmo isso, mesmo considerando esta possibilidade, isto para um espírito do quilate de Jesus não é coisa de pouca monta não.
E, repito.... Ele não reencarnou . ELE ENCARNOU ...Seja de que forma foi, ele "encarnou"...
Não se usa a expressão "re-encarnar" para espírito fora do processo....Chego a coronel...Daí pra frente só general.....rsrsrs...
abs.
Se Jesus é o nosso Messias, se Jesus é espírito puro (cfme a Codificação) e se ele esteve entre nós é porque encarnou....
Mesmo que tenha encarnado no esquema "fluídico" (de Roustaing), hehehe (te peguei, hem?)....mesmo isso, mesmo considerando esta possibilidade, isto para um espírito do quilate de Jesus não é coisa de pouca monta não.
E, repito.... Ele não reencarnou . ELE ENCARNOU ...Seja de que forma foi, ele "encarnou"...
Não se usa a expressão "re-encarnar" para espírito fora do processo....Chego a coronel...Daí pra frente só general.....rsrsrs...
abs.
O lance
da competição, Cesar, vc sabe que não é assim (falando sério agora).
tenho visto umas coisas que não me revoltam porque a vida me ensinou que muito, a breve tempo, colhem o que semeiam...Ou a longo prazo, mas semeiam.
Chico no início foi chamado de obsidiado.
Algum tempo atrás disseram que ele era obsidiado por Emmanuel.
Depois foi para fascinado.
Recentemente chamaram-no de mistificador.
E agora, nestes dias, estão lhe tachando de "mal-intencionado"...
Logo ele, Chico, que dedicou sua vida ao próximo. Que não guardou um só milésimo de tostão para a vida material dele. Nada, nada, nada...Só amor e caridade ao próximo..
Não era nenhum espírito perfeito, lógico...
Mas é triste ver adjetivos lançados numa pessoa que tanto trabalhou pelo próximo..
Por isso o Cristo advertiu às mulheres que choravam na subida do Gólgota e limparam seu rosto com uma toalha:
Filhas de Jerusalém, não choreis por mim; chorai antes por vós mesmas, e por vossos filhos.
Porque eis que hão de vir dias em que dirão: Bem-aventuradas as estéreis, e os ventres que não geraram, e os peitos que não amamentaram!
Então começarão a dizer aos montes: Caí sobre nós, e aos outeiros: Cobri-nos.
Porque, se ao madeiro verde fazem isto, que se fará ao seco? Evangelho de Lucas, cap. 23, vv. 28 a 31
tenho visto umas coisas que não me revoltam porque a vida me ensinou que muito, a breve tempo, colhem o que semeiam...Ou a longo prazo, mas semeiam.
Chico no início foi chamado de obsidiado.
Algum tempo atrás disseram que ele era obsidiado por Emmanuel.
Depois foi para fascinado.
Recentemente chamaram-no de mistificador.
E agora, nestes dias, estão lhe tachando de "mal-intencionado"...
Logo ele, Chico, que dedicou sua vida ao próximo. Que não guardou um só milésimo de tostão para a vida material dele. Nada, nada, nada...Só amor e caridade ao próximo..
Não era nenhum espírito perfeito, lógico...
Mas é triste ver adjetivos lançados numa pessoa que tanto trabalhou pelo próximo..
Por isso o Cristo advertiu às mulheres que choravam na subida do Gólgota e limparam seu rosto com uma toalha:
Filhas de Jerusalém, não choreis por mim; chorai antes por vós mesmas, e por vossos filhos.
Porque eis que hão de vir dias em que dirão: Bem-aventuradas as estéreis, e os ventres que não geraram, e os peitos que não amamentaram!
Então começarão a dizer aos montes: Caí sobre nós, e aos outeiros: Cobri-nos.
Porque, se ao madeiro verde fazem isto, que se fará ao seco? Evangelho de Lucas, cap. 23, vv. 28 a 31
Então
pra decepção dos que esperavam que esta esgrima fosse longe sintetizo a coisa
nestes termos: Jesus não
reencarnou e nem encarnou como vc. sugeriu.
Seria mais correto afirmar que Jesus o Cristo de Deus Se MANIFESTOU entre a humanidade animalizada que habita este orbizinho da periferia cósmica.
Seria mais correto afirmar que Jesus o Cristo de Deus Se MANIFESTOU entre a humanidade animalizada que habita este orbizinho da periferia cósmica.
Cesar,
Seria mais correto afirmar que Jesus o Cristo de Deus se MANIFESTOU entre a humanidade animalizada que habita este orbizinho da periferia cósmica.
Certo. Seja como for, ou "manifestado ou encarnado", o certo é que a empreitada não deve ter sido fácil não.
Vemos muitos espíritos, como a irmã Laura em Nosso Lar, com reservas quando a reencarnação...Em razão da "perda" de alguns patrimônios que o espírito fica constrangido ao reencarnar. Um deles é a memória e a facilidade de viver.
Agora imagine o Cristo, do Alto da sua evolução, em contatos com inteligências Solares, ter de se manifestar (cfme vc fala) ou mesmo encarnar.
Não sei qual foi o maior sacrifício...
Os espíritos que se materializaram em reuniões de efeitos físicos sempre salientam a dificuldade em estar ali naquele ambiente..
Imagina o Cristo....Acho que a gente não tem "nem idéia" deste sacrifício que ele fez....
Foi pouca coisa não....
“Para executar sua divina missão de amor, Jesus não contou com a colaboração imediata de Espíritos aperfeiçoados e compreensivos e, sim, “aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens”“.
"Não podíamos ir ter com o Salvador, em sua posição sublime; todavia, o Mestre veio até nós, apagando temporariamente a sua auréola de luz, de maneira a beneficiar-nos sem traços de sensacionalismo."
abs.
Seria mais correto afirmar que Jesus o Cristo de Deus se MANIFESTOU entre a humanidade animalizada que habita este orbizinho da periferia cósmica.
Certo. Seja como for, ou "manifestado ou encarnado", o certo é que a empreitada não deve ter sido fácil não.
Vemos muitos espíritos, como a irmã Laura em Nosso Lar, com reservas quando a reencarnação...Em razão da "perda" de alguns patrimônios que o espírito fica constrangido ao reencarnar. Um deles é a memória e a facilidade de viver.
Agora imagine o Cristo, do Alto da sua evolução, em contatos com inteligências Solares, ter de se manifestar (cfme vc fala) ou mesmo encarnar.
Não sei qual foi o maior sacrifício...
Os espíritos que se materializaram em reuniões de efeitos físicos sempre salientam a dificuldade em estar ali naquele ambiente..
Imagina o Cristo....Acho que a gente não tem "nem idéia" deste sacrifício que ele fez....
Foi pouca coisa não....
“Para executar sua divina missão de amor, Jesus não contou com a colaboração imediata de Espíritos aperfeiçoados e compreensivos e, sim, “aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens”“.
"Não podíamos ir ter com o Salvador, em sua posição sublime; todavia, o Mestre veio até nós, apagando temporariamente a sua auréola de luz, de maneira a beneficiar-nos sem traços de sensacionalismo."
abs.
Qto. a
sua indignação a respeito da figura impoluta de Francisco Candido Xavier na
minha opinião que ñ passe disto, indignação.
São ignorantes os que agem desta forma.
O tempo é o rémedio apropriado.
Evidentemente que os Espiritas conscios de sua responsabilidade para com a doutrina deve oportunamente refutar e exigir respeito qdo. as trevas procuram enlamear a Doutrina que tanto amamos.
Contudo, acredito que a força diabólica que imperava no mundo e sufocou com crueldade toda manifestação da verdade esta cada vez com menos poder.
A verdade prevalece.
São ignorantes os que agem desta forma.
O tempo é o rémedio apropriado.
Evidentemente que os Espiritas conscios de sua responsabilidade para com a doutrina deve oportunamente refutar e exigir respeito qdo. as trevas procuram enlamear a Doutrina que tanto amamos.
Contudo, acredito que a força diabólica que imperava no mundo e sufocou com crueldade toda manifestação da verdade esta cada vez com menos poder.
A verdade prevalece.
O
sacrificio de um Espirito do escol de CRISTO para realizar sua missão num mundo
primitivo como o nosso é de tal intensidade que não imagina nossa vã filosofia...
De
Emmanuel sobre o Cristo:
A GÊNESE PLANETÁRIA
A COMUNIDADE DOS ESPÍRITOS PUROS
Rezam as tradições do mundo espiritual que na direção de todos os fenômenos,
do nosso sistema, existe uma Comunidade de Espíritos Puros e Eleitos pelo Senhor Supremo do Universo, em cujas mãos se conservam as rédeas diretoras da vida de todas as coletividades planetárias.
Essa Comunidade de seres angélicos e perfeitos, da qual é Jesus um dos
membros divinos, ao que nos foi dado saber, apenas já se reuniu, nas proximidades da Terra, para a solução de problemas decisivos da organização e da direção do nosso planeta, por duas vezes no curso dos milênios conhecidos.
A primeira, verificou-se quando o orbe terrestre se desprendia da nebulosa solar,
a fim de que se lançassem, no Tempo e no Espaço, as balizas do nosso sistema cosmogônico e os pródromos da vida da matéria em ignição, do planeta, e a segunda, quando se decidia a vinda do Senhor à face da Terra, trazendo à família humana a lição imortal do seu Evangelho de amor e redenção.
A GÊNESE PLANETÁRIA
A COMUNIDADE DOS ESPÍRITOS PUROS
Rezam as tradições do mundo espiritual que na direção de todos os fenômenos,
do nosso sistema, existe uma Comunidade de Espíritos Puros e Eleitos pelo Senhor Supremo do Universo, em cujas mãos se conservam as rédeas diretoras da vida de todas as coletividades planetárias.
Essa Comunidade de seres angélicos e perfeitos, da qual é Jesus um dos
membros divinos, ao que nos foi dado saber, apenas já se reuniu, nas proximidades da Terra, para a solução de problemas decisivos da organização e da direção do nosso planeta, por duas vezes no curso dos milênios conhecidos.
A primeira, verificou-se quando o orbe terrestre se desprendia da nebulosa solar,
a fim de que se lançassem, no Tempo e no Espaço, as balizas do nosso sistema cosmogônico e os pródromos da vida da matéria em ignição, do planeta, e a segunda, quando se decidia a vinda do Senhor à face da Terra, trazendo à família humana a lição imortal do seu Evangelho de amor e redenção.
2. Sem
nada prejulgar quanto à natureza do Cristo, natureza
cujo exame não entra no quadro desta obra,considerando- o apenas um
Espírito superior, não podemos deixar de reconhecê-lo um dos de ordem mais
elevada e colocado, por suas virtudes, muitíssimo acima da humanidade terrestre.
Pelos imensos resultados que produziu, a sua encarnação neste mundo forçosamente há de ter sido uma dessas missões que a Divindade somente a seus mensageiros diretos confia, para cumprimento de seus desígnios.
Mesmo sem supor que ele fosse o próprio Deus, mas unicamente um enviado de Deus para transmitir sua palavra aos homens, seria mais do que um profeta, porquanto seria um Messias divino. A Genese 395
O livro dos Espiritos
603. Nos mundos superiores, os animais conhecem a Deus?
“Não. Para eles o homem é um deus, como outrora os Espíritos eram deuses para o homem.”
612. Poderia encarnar num animal o Espírito que animou o
corpo de um homem?
“Isso seria retrogradar e o Espírito não retrograda. O rio não remonta à sua nascente.” (118) LE
O homem esta para o Espirito Puro assim como o animal esta para o homem.
Simples questão de lógica.
Pelos imensos resultados que produziu, a sua encarnação neste mundo forçosamente há de ter sido uma dessas missões que a Divindade somente a seus mensageiros diretos confia, para cumprimento de seus desígnios.
Mesmo sem supor que ele fosse o próprio Deus, mas unicamente um enviado de Deus para transmitir sua palavra aos homens, seria mais do que um profeta, porquanto seria um Messias divino. A Genese 395
O livro dos Espiritos
603. Nos mundos superiores, os animais conhecem a Deus?
“Não. Para eles o homem é um deus, como outrora os Espíritos eram deuses para o homem.”
612. Poderia encarnar num animal o Espírito que animou o
corpo de um homem?
“Isso seria retrogradar e o Espírito não retrograda. O rio não remonta à sua nascente.” (118) LE
O homem esta para o Espirito Puro assim como o animal esta para o homem.
Simples questão de lógica.
Maiche
...e realmente acho que é um esforço que não vale muito a pena.
Penso o contrario. O assunto bem compreendido permite uma compreensão da transcendencia Divina.
Abraço.
...e realmente acho que é um esforço que não vale muito a pena.
Penso o contrario. O assunto bem compreendido permite uma compreensão da transcendencia Divina.
Abraço.
O
Mestre sabia das nossas dificuldades de perceber a realidade, dos esconderijos
psicológicos que edificamos como métodos de defesa e dos inúmeros papéis e
jogos que cultivamos inconscientemente para não assumir responsabilidades ou
para camuflar nossas diversas predisposições.
Cada sujeito percebe a realidade de acordo com o prisma que o caracteriza, e ninguem, ninguem tem o poder de mudar esta predisposição humana de manter o mundinho conhecido que o caracteriza e que se compraz em conservar.
Somente o buril das existencias terrestres e a dor daí subseqüente tem este poder.
Perde-se nas trevas da profundeza aquele que se abalança a sondar demais. Aquele que não se decide a passar da superfície, esse se agarra às asperezas do terreno e nelas rasga as carnes.
Portanto, insistir aqui novamente, que o equilíbrio entre os extremos é a condição mais sensata, é “chuvação” no molhado...
Quem foi mesmo que admoestou o homem indeciso e temeroso que não se deve esconder a candeia em baixo do alqueire?
O conhecimento é a ferramenta adequada que permite a criatura se submeter as experiências da vida de forma a aproveitar as oportunidades que desperte a consciência para a transcendência da coisas Divinas.
Conhecereis a verdade e ela vos libertara.
O tíbio o tímido e o temeroso muita vez julga que omissão é semelhante a sensatez.
Ninguem vai mudar a cristalização psíquica das pessoas a golpe de belas palavras. Isto qualquer sujeito que já ultrapassou o conhecimento da primeiras letras do conheciemnto consegue perceber.
Todavia, é dever e responsabilidade não se omitir qdo. a ocasião pede o concurso da experiência própria a bem do próximo.
Socrates foi obrigado a ingerir sicuta.
Eisntein foi ridicularizado pelos neófitos e os pares arrogantes de sua época.
A verdade, contudo prevalece mal grado a ma vontade da ignorância humana.
Cada sujeito percebe a realidade de acordo com o prisma que o caracteriza, e ninguem, ninguem tem o poder de mudar esta predisposição humana de manter o mundinho conhecido que o caracteriza e que se compraz em conservar.
Somente o buril das existencias terrestres e a dor daí subseqüente tem este poder.
Perde-se nas trevas da profundeza aquele que se abalança a sondar demais. Aquele que não se decide a passar da superfície, esse se agarra às asperezas do terreno e nelas rasga as carnes.
Portanto, insistir aqui novamente, que o equilíbrio entre os extremos é a condição mais sensata, é “chuvação” no molhado...
Quem foi mesmo que admoestou o homem indeciso e temeroso que não se deve esconder a candeia em baixo do alqueire?
O conhecimento é a ferramenta adequada que permite a criatura se submeter as experiências da vida de forma a aproveitar as oportunidades que desperte a consciência para a transcendência da coisas Divinas.
Conhecereis a verdade e ela vos libertara.
O tíbio o tímido e o temeroso muita vez julga que omissão é semelhante a sensatez.
Ninguem vai mudar a cristalização psíquica das pessoas a golpe de belas palavras. Isto qualquer sujeito que já ultrapassou o conhecimento da primeiras letras do conheciemnto consegue perceber.
Todavia, é dever e responsabilidade não se omitir qdo. a ocasião pede o concurso da experiência própria a bem do próximo.
Socrates foi obrigado a ingerir sicuta.
Eisntein foi ridicularizado pelos neófitos e os pares arrogantes de sua época.
A verdade, contudo prevalece mal grado a ma vontade da ignorância humana.
Qto. A
Jesus, o Deus Manifestado, é um fato que mesmo que arranhe a incompreensão de
alguns é um assunto que se impõe por si somente e nada se poderá fazer para
impedir.
A Codificação não estabelece neste assunto, ( do corpo fluídico de Jesus )como em outros do mesmo jaez, que se deve aceitar como ponto fundamental e indiscutível.
Não obstante, Kardec constrangido pela situação, ter que se pronunciar contrario a possibilidade roustaiguista, honesta e claramente deixou aberto a questão, muito certamente por estar intimamente em duvida a respeito.
Kardec foi contemporâneo de Jesus, e mais, como centurião romano chegou mesmo a ter o privilegio de interagir com o Divino Emissario no dia fatídico da Paixão.
Qdo. estabeleceu a Codificação estava encarnado e como tal constrangido pelo cérebro que limitava naturalmente a memória universal de suas experiências particulares ,concluiu como o homem racional baseado no pensamento positivista de sua época, que a diplomacia em agradar este mesmo positivismo cientifico que crescia não deveria em nome do bom senso contrariar.
Somos Espiritas e nomes fidedignos no mundo espiritistas e de irrefutável credibilidade, vêem ao longo do tempo, corroborando com a sugestão de Kardec de considerar o assunto como uma possibilidade impar de aprender com ele, ou pelo menos estudar atraves dele.
O conhecimento é a seiva que amadurece a criatura na transcendencia de Deus e o liberta da condição animal.
Que em síntese, é o que busca o espirita racional na vida real e neste mundo virtual contemporâneo.
O assunto da constituição do corpo em que Jesus se manifestou, diante da humanidade primitiva e embrutecida, contrariando a opinião de muitos, possibilita um estudo e rara oportunidade de iluminar as trevas da ignorância, é inestimável as alturas que a criatura pode alcançar somente pensando a respeito.
A Codificação não estabelece neste assunto, ( do corpo fluídico de Jesus )como em outros do mesmo jaez, que se deve aceitar como ponto fundamental e indiscutível.
Não obstante, Kardec constrangido pela situação, ter que se pronunciar contrario a possibilidade roustaiguista, honesta e claramente deixou aberto a questão, muito certamente por estar intimamente em duvida a respeito.
Kardec foi contemporâneo de Jesus, e mais, como centurião romano chegou mesmo a ter o privilegio de interagir com o Divino Emissario no dia fatídico da Paixão.
Qdo. estabeleceu a Codificação estava encarnado e como tal constrangido pelo cérebro que limitava naturalmente a memória universal de suas experiências particulares ,concluiu como o homem racional baseado no pensamento positivista de sua época, que a diplomacia em agradar este mesmo positivismo cientifico que crescia não deveria em nome do bom senso contrariar.
Somos Espiritas e nomes fidedignos no mundo espiritistas e de irrefutável credibilidade, vêem ao longo do tempo, corroborando com a sugestão de Kardec de considerar o assunto como uma possibilidade impar de aprender com ele, ou pelo menos estudar atraves dele.
O conhecimento é a seiva que amadurece a criatura na transcendencia de Deus e o liberta da condição animal.
Que em síntese, é o que busca o espirita racional na vida real e neste mundo virtual contemporâneo.
O assunto da constituição do corpo em que Jesus se manifestou, diante da humanidade primitiva e embrutecida, contrariando a opinião de muitos, possibilita um estudo e rara oportunidade de iluminar as trevas da ignorância, é inestimável as alturas que a criatura pode alcançar somente pensando a respeito.
Porque
então, se satisfazer nas limitações de um mundinho particular que procura
obstar qualquer possibilidade de movimento?
Mesmo porque estamos em um mundo virtual que se presta exatamente para debater idéias.
Paradoxal seria a pretensão de obstar com a possibilidade desta troca.
Na igreja vamos para rezar.
Na academia vamos para exercitar a mente em exercícios de lógica.
No centro espirita vamos para praticar a teoria aprendida na literatura vasta e riquíssima do MEB vitorioso.
E nestas comunidades viemos para trocar informações.
Como nos impressionamos qdo. assistimos cenas que chocam a sensibilidade de uma presa na selva sofrendo ataque e abate dos predadores.
Ou ao passarmos pelas ruas e perceber o infeliz abandonado estendido na calçada sem destino ou segurança nenhuma.
Como espíritas estudamos as Leis de Deus.
E estas Leis muita vez se nos apresentam como determinação de uma Autocracia, muito diferente do preceito da fraternidade e da caridade.
Inflexível ela nos ensina que toda ação gera uma reação sem direito a apelação.
Um soberano reina absoluto e suas Leis são impostas sem direito a tergiversar.
Agride o orgulho a vaidade e a independência que o homem tanto preza.
Mesmo porque estamos em um mundo virtual que se presta exatamente para debater idéias.
Paradoxal seria a pretensão de obstar com a possibilidade desta troca.
Na igreja vamos para rezar.
Na academia vamos para exercitar a mente em exercícios de lógica.
No centro espirita vamos para praticar a teoria aprendida na literatura vasta e riquíssima do MEB vitorioso.
E nestas comunidades viemos para trocar informações.
Como nos impressionamos qdo. assistimos cenas que chocam a sensibilidade de uma presa na selva sofrendo ataque e abate dos predadores.
Ou ao passarmos pelas ruas e perceber o infeliz abandonado estendido na calçada sem destino ou segurança nenhuma.
Como espíritas estudamos as Leis de Deus.
E estas Leis muita vez se nos apresentam como determinação de uma Autocracia, muito diferente do preceito da fraternidade e da caridade.
Inflexível ela nos ensina que toda ação gera uma reação sem direito a apelação.
Um soberano reina absoluto e suas Leis são impostas sem direito a tergiversar.
Agride o orgulho a vaidade e a independência que o homem tanto preza.
Já
viste algum contendor da Terra convencer-se sinceramente tão só pela farsa das
palavras do mundo? As dissertações filosóficas não constituem toda a realização.
Elas podem ser um recurso fácil da indiferença ou uma túnica brilhante,
acobertando penosas necessidades. O reino de Deus, porém, é a edificação divina
da luz. E a luz ilumina, dispensando os longos discursos. CAPACITA-TE de que
ninguém pode dar a outrem aquilo que ainda não possua no coração. Vai! Trabalha
sem cessar pela tua grande vitória. Zela por ti e ama a teu próximo, sem
olvidares que Deus cuida de todos.
Boa Nova pag. 13
A Felicidade murcha como as flores; entretanto, assim como o bom jardineiro sempre tem a seu alcance outras para substituí-las, quem possui conhecimentos pode, também, substituir constantemente os motivos que dão permanência à felicidade na vida.
O conhecimento a fixa, a torna estável; permite sentir seu palpitar de Eternidade.
Conde de Rochester
Boa Nova pag. 13
A Felicidade murcha como as flores; entretanto, assim como o bom jardineiro sempre tem a seu alcance outras para substituí-las, quem possui conhecimentos pode, também, substituir constantemente os motivos que dão permanência à felicidade na vida.
O conhecimento a fixa, a torna estável; permite sentir seu palpitar de Eternidade.
Conde de Rochester
Cesar,
Quanto a Kardec estar encarnado ao tempo de Jesus já ouvi e li duas referências.
Intimamente "intuo" (sem nenhum sentido racional) que é possível mesmo que o Codificador estivesse ligado à Tragédia do Gólgota de alguma forma...
Uma referência está em Rochester - no livro "Herculanum", se não me falha a memória...(onde diz que Kardec seria um centurião que propôs a Jesus que ele (Jesus) fugisse, e que o Centurião daria cobertura..Jesus recusou e agradeceu...Esta é uma fonte..
A outra referência é que Kardec seria Nicodemos, o sacerdote-mestre que foi esclarecido por Jesus quanto à Lei da Reencarnação e que requisita de Pilatos o corpo do Mestre para poder dar sepultamento em cova de propriedade do próprio Nicodemos. Esta versão corre forte no movimento espírita também...
Ambas referências são belíssimas e mostram, se forem verdades, uma "estreita" ligação de Kardec com Jesus....A primeira, pela coragem e lucidez do romano. A segunda, pela busca da verdade e coragem também perante as autoridades à época.
Acho todas duas dignas da personalidade de Kardec...Se pudesse, ficava com as duas, hehehehe...Mas como um espírito não pode estar em dois lugares (encarnado) ao mesmo tempo, eu "opto" pela de Nicodemos.
abs.
Quanto a Kardec estar encarnado ao tempo de Jesus já ouvi e li duas referências.
Intimamente "intuo" (sem nenhum sentido racional) que é possível mesmo que o Codificador estivesse ligado à Tragédia do Gólgota de alguma forma...
Uma referência está em Rochester - no livro "Herculanum", se não me falha a memória...(onde diz que Kardec seria um centurião que propôs a Jesus que ele (Jesus) fugisse, e que o Centurião daria cobertura..Jesus recusou e agradeceu...Esta é uma fonte..
A outra referência é que Kardec seria Nicodemos, o sacerdote-mestre que foi esclarecido por Jesus quanto à Lei da Reencarnação e que requisita de Pilatos o corpo do Mestre para poder dar sepultamento em cova de propriedade do próprio Nicodemos. Esta versão corre forte no movimento espírita também...
Ambas referências são belíssimas e mostram, se forem verdades, uma "estreita" ligação de Kardec com Jesus....A primeira, pela coragem e lucidez do romano. A segunda, pela busca da verdade e coragem também perante as autoridades à época.
Acho todas duas dignas da personalidade de Kardec...Se pudesse, ficava com as duas, hehehehe...Mas como um espírito não pode estar em dois lugares (encarnado) ao mesmo tempo, eu "opto" pela de Nicodemos.
abs.
Caio
Cesar
- E eu opto pela versão do Rochester.
Seguindo.
Com referência ao sofrimento fisico de Jesus
que seria uma farsa no caso do corpo fluídico, há o aspecto já
lembrado de que houve (e há) uma isolada massificação de atenção em torno dele.
E é sabido que há sofrimentos psicológicos que superam sofrimentos fisicos.
Um pai acidentado sofre com as dores físicas advindas de um acidente. Sofre fisicamente antes de receber os primeiros socorros médicos. Sofre durante o inicio da administração dos socorros, sofre após passar o efeito da anestesia.
Mas, se este mesmo pai tem um filho drogado e que se encontra na prisão porque cometeu um furto tomado de efeitos da droga, perguntemos a esse pai com o que sofreu ou sofre mais, se com o acidente ou com a situação do filho.
Aos tempos de Kardec ainda não havia maiores atenções ao lado psicológico do ser humano, mesmo porque ele foi anterior a Freud que com a Psicanálise deu inicio ao que posteriormente deu origem à Psicologia.
Será que Jesus, diante daquela multidão conflitada e presa à vîolência, que gritava "crucifica-o", talvez a mesma que lhe estendeu ramos na entrada triunfal em Jerusalém, será que Jesus ainda encontraria campo para sofrer com chibatadas e perfurações de pregos?
E os primeiros cristãos que iam cantando para a boca de leões ou a consumação nas chamas no circo romano? Seriam superiores a Jesus, ou neles a entrega espiritual passava por cima das sensações fisicas?
Então, amigos e amigas, penso que há defesas para as duas hipóteses. E penso e sinto que o que conta mesmo é o que decorre em cada um de nós, tenhamos uma posição pelo corpo biológico ou pelo fluídico, ou mesmo se não assumimos uma posição eletiva para qualquer delas.
Se nos abrimos a reflexões e ações em torno do Significativo Corpo Doutrinário de Jesus, consubstanciado em "Amar ao próximo como a si mesmo", isso é o que efetivamente conta, mesmo porque a essência da Doutrina Espírita está ai configurada.
Paz e Luz,
Edson Nunes
E é sabido que há sofrimentos psicológicos que superam sofrimentos fisicos.
Um pai acidentado sofre com as dores físicas advindas de um acidente. Sofre fisicamente antes de receber os primeiros socorros médicos. Sofre durante o inicio da administração dos socorros, sofre após passar o efeito da anestesia.
Mas, se este mesmo pai tem um filho drogado e que se encontra na prisão porque cometeu um furto tomado de efeitos da droga, perguntemos a esse pai com o que sofreu ou sofre mais, se com o acidente ou com a situação do filho.
Aos tempos de Kardec ainda não havia maiores atenções ao lado psicológico do ser humano, mesmo porque ele foi anterior a Freud que com a Psicanálise deu inicio ao que posteriormente deu origem à Psicologia.
Será que Jesus, diante daquela multidão conflitada e presa à vîolência, que gritava "crucifica-o", talvez a mesma que lhe estendeu ramos na entrada triunfal em Jerusalém, será que Jesus ainda encontraria campo para sofrer com chibatadas e perfurações de pregos?
E os primeiros cristãos que iam cantando para a boca de leões ou a consumação nas chamas no circo romano? Seriam superiores a Jesus, ou neles a entrega espiritual passava por cima das sensações fisicas?
Então, amigos e amigas, penso que há defesas para as duas hipóteses. E penso e sinto que o que conta mesmo é o que decorre em cada um de nós, tenhamos uma posição pelo corpo biológico ou pelo fluídico, ou mesmo se não assumimos uma posição eletiva para qualquer delas.
Se nos abrimos a reflexões e ações em torno do Significativo Corpo Doutrinário de Jesus, consubstanciado em "Amar ao próximo como a si mesmo", isso é o que efetivamente conta, mesmo porque a essência da Doutrina Espírita está ai configurada.
Paz e Luz,
Edson Nunes
Guacira.
Penso
que a questão fundamental é que não temos condições de comparar nossas
sensações e predisposições seja ao prazer ou à dor com os estados psicológicos
de Jesus Cristo - um ser de outro patamar evolutivo.
Formigas não enxergam. Têm sua percepção das coisas por sensores de calor. Não podemos comparar nossas sensações (em termos de amplitude) com as sensações de uma formiga. Talvez estejamos (quase e de alguma forma) perante Jesus como as formigas estão em relação a nós.
Qual seria nossa dor física/psicológica diante de um martirio fisico coletivo? Seria a mesma que teve Jesus? O que sentem muitas pessoas com um simples tapa na cara?
Não se trata de retirar de Jesus certas caracteristicas simplesmente na dimensão do comparável humano comum. Trata-se, primordialmente, de estabelecer diferenças de percepção em termos desse ou daquele nivel evolutivo.
Pode ser que (inconscientemente) pensando em distinguir Jesus como um ser especial, façamos o contrário em termos do que em Psicologia é chamado de Projeção: queiramos de alguma forma tê-lo exatamente igual a nós e com as nossas naturais fragilidades concernentes ao nosso nivel evolutivo.
Outro ponto é que pode ocorrer uma fixação nas Teologias que tentam conciliar o Jesus Deus com o Jesus Homem em função da interpretação de que ele seria uma das pessoas do Deus Trino. Na realidade, Jesus jamais afirmou que era Deus. Cita-se muito sua expressão de que "Eu e o Pai somos Um". Mas fica esquecida outra citação: "Sejam Um em Mim como sou Um no Pai". Então, o que ele falava era de Identificação vibratória e não de junção de Identidades/Personalidades.
Paz e Luz,
Edson Nunes
Formigas não enxergam. Têm sua percepção das coisas por sensores de calor. Não podemos comparar nossas sensações (em termos de amplitude) com as sensações de uma formiga. Talvez estejamos (quase e de alguma forma) perante Jesus como as formigas estão em relação a nós.
Qual seria nossa dor física/psicológica diante de um martirio fisico coletivo? Seria a mesma que teve Jesus? O que sentem muitas pessoas com um simples tapa na cara?
Não se trata de retirar de Jesus certas caracteristicas simplesmente na dimensão do comparável humano comum. Trata-se, primordialmente, de estabelecer diferenças de percepção em termos desse ou daquele nivel evolutivo.
Pode ser que (inconscientemente) pensando em distinguir Jesus como um ser especial, façamos o contrário em termos do que em Psicologia é chamado de Projeção: queiramos de alguma forma tê-lo exatamente igual a nós e com as nossas naturais fragilidades concernentes ao nosso nivel evolutivo.
Outro ponto é que pode ocorrer uma fixação nas Teologias que tentam conciliar o Jesus Deus com o Jesus Homem em função da interpretação de que ele seria uma das pessoas do Deus Trino. Na realidade, Jesus jamais afirmou que era Deus. Cita-se muito sua expressão de que "Eu e o Pai somos Um". Mas fica esquecida outra citação: "Sejam Um em Mim como sou Um no Pai". Então, o que ele falava era de Identificação vibratória e não de junção de Identidades/Personalidades.
Paz e Luz,
Edson Nunes
Maiche.
Não com
a finalidade de defender (isoladamente) a hipótese de corpo fluídico, porque
não a defendo, da mesma forma que não defendo a do corpo biológico habitual
(simplesmente considero a dupla questão apenas polêmica e sem resultados
práticos em nosso processo evolutivo), vou comentar (em termos de hipóteses)
alguns pontos da sua postagem.
* "Para uma materialização são necessários médiuns, quem seriam os médiuns dessa materialização constante de Jesus?".
Comento:
As materializações que conhecemos correspondem aos nossos padrões evolutivos. Será que o Espirito que co-criou a Terra obedeceria aos nossos rudimentares padrões? André Luiz informa que as materializações (conhecidas em nosso meio) são um complexo de ectoplasmia do médium, de médiuns auxiliares e de elementos da natureza, especialmente plantas. Será que isso é padrão generalizado para materializações que possam ser provocadas por seres do diapasão de Jesus? Não sabemos nem o sim e nem o não, e em função disso fica no mínimo uma possibiidade.
"Jesus teve sua fase de criança a adulto, uma materialização que crescia com o tempo para manter uma simulação?
Comento:
O básico poderia ser apenas o fenômeno de concepção em termos de materialização. Hoje, em diversos endereços de nossas grandes cidades, é possivel a um casal buscar inseminação em laboratório e posterior transposição para o útero materno. O que impediria acesso a conhecimentos de materialização de óvulo e espermatozóide que estivessem em perfeita sintonia com a organização perispiritual de Jesus? Habitualmente, pensa-se na hipótese de corpo fluídico para contrapor à noção de sexualidade como algo inferior, mas ao invés disso o buzilis da questão poderia ser essa compatibilidade perispiritual, ou seja, Jesus Espirito Puro não estaria em sintonia com processos bioenergéticos de Espíritos de um Mundo de Expiação e Provas.
Segue.
* "Para uma materialização são necessários médiuns, quem seriam os médiuns dessa materialização constante de Jesus?".
Comento:
As materializações que conhecemos correspondem aos nossos padrões evolutivos. Será que o Espirito que co-criou a Terra obedeceria aos nossos rudimentares padrões? André Luiz informa que as materializações (conhecidas em nosso meio) são um complexo de ectoplasmia do médium, de médiuns auxiliares e de elementos da natureza, especialmente plantas. Será que isso é padrão generalizado para materializações que possam ser provocadas por seres do diapasão de Jesus? Não sabemos nem o sim e nem o não, e em função disso fica no mínimo uma possibiidade.
"Jesus teve sua fase de criança a adulto, uma materialização que crescia com o tempo para manter uma simulação?
Comento:
O básico poderia ser apenas o fenômeno de concepção em termos de materialização. Hoje, em diversos endereços de nossas grandes cidades, é possivel a um casal buscar inseminação em laboratório e posterior transposição para o útero materno. O que impediria acesso a conhecimentos de materialização de óvulo e espermatozóide que estivessem em perfeita sintonia com a organização perispiritual de Jesus? Habitualmente, pensa-se na hipótese de corpo fluídico para contrapor à noção de sexualidade como algo inferior, mas ao invés disso o buzilis da questão poderia ser essa compatibilidade perispiritual, ou seja, Jesus Espirito Puro não estaria em sintonia com processos bioenergéticos de Espíritos de um Mundo de Expiação e Provas.
Segue.
Seguindo.
E há um
ponto no mínimo curioso na vida de Jesus: não há notícias (exceto com
tendências ao exdrúxulo) que informem sobre a vida de Jesus após os 13 anos.
Somente reapareceu após os 30. Quais seriam os porquês? Impossivel sabermos,
mas curioso mesmo.
Quanto a alguma simulação não consigo identificar fatos, apenas interpretações, mesmo porque, se válida a hipótese fluidíca, seria possivel Jesus explicar isso para aquela gente? Convenhamos, o máximo que poderiam suportar seria a Anunciação do Anjo feita anteriormente.
"Jesus comia e bebia com todos, dormia inclusive, tudo para manter a simulação?"
Comento:
Penso que para um ser plenamente materializado tais comportamentos poderiam ser perfeitamente possíveis, sem necessidade de simulação, mesmo porque há relato em um dos Evangelhos (não lembro agora qual) de que após a ressurreição comeu peixe com os apóstolos. Também permitiu a Thomé que tocasse em chagas em suas mãos. E estava tudo sólido.
"Sangrou na cruz, e etc.... e tal com o mesmíssimo propósito".
Comento:
Aplicar-se-ia a mesma exposição do comentário interior.
"E os Evangelhos todos narram por exemplo, que a pedra do túmulo de Jesus foi rolada e o corpo não estava mais lá. Para que a pedra foi rolada para que saísse de lá um corpo fluidico? Não seria mais fácil que alguns seguidores de Jesus tivessem retirado o corpo de lá e sepultado em outro lugar?".
Comento:
Sem dúvida que Jesus com corpo fluídico não precisaria arredar a pedra para sair. Aliás, mesmo com corpo físico habitual não precisaria, pois poderia transportá-lo em efeitos físicos. O que cabe perguntar é o que seria melhor entendido por seus discípulos e o fato de a pedra ter sido arredada pode ter sido apenas uma forma mais simples para o entendimento de que de fato havia ressuscitado.
Segue.
Quanto a alguma simulação não consigo identificar fatos, apenas interpretações, mesmo porque, se válida a hipótese fluidíca, seria possivel Jesus explicar isso para aquela gente? Convenhamos, o máximo que poderiam suportar seria a Anunciação do Anjo feita anteriormente.
"Jesus comia e bebia com todos, dormia inclusive, tudo para manter a simulação?"
Comento:
Penso que para um ser plenamente materializado tais comportamentos poderiam ser perfeitamente possíveis, sem necessidade de simulação, mesmo porque há relato em um dos Evangelhos (não lembro agora qual) de que após a ressurreição comeu peixe com os apóstolos. Também permitiu a Thomé que tocasse em chagas em suas mãos. E estava tudo sólido.
"Sangrou na cruz, e etc.... e tal com o mesmíssimo propósito".
Comento:
Aplicar-se-ia a mesma exposição do comentário interior.
"E os Evangelhos todos narram por exemplo, que a pedra do túmulo de Jesus foi rolada e o corpo não estava mais lá. Para que a pedra foi rolada para que saísse de lá um corpo fluidico? Não seria mais fácil que alguns seguidores de Jesus tivessem retirado o corpo de lá e sepultado em outro lugar?".
Comento:
Sem dúvida que Jesus com corpo fluídico não precisaria arredar a pedra para sair. Aliás, mesmo com corpo físico habitual não precisaria, pois poderia transportá-lo em efeitos físicos. O que cabe perguntar é o que seria melhor entendido por seus discípulos e o fato de a pedra ter sido arredada pode ter sido apenas uma forma mais simples para o entendimento de que de fato havia ressuscitado.
Segue.
esponder
Seguindo.
"Depois
do desencarne, aí sim ele aparece e reaparece várias vezes. Aí sim há todas as
características de uma materialização".
Comento.
Sim. todas as caracteristicas básicas, mas acrescentadas do que poderia ser um outro nível de materialização além dos nossos já conhecidos, porque apareceu em recinto fechado sem abrir porta, pediu que o tocassem, ofereceu as mãos com chagas para Thomé ficar convencido da sua ressurreição e, finalmente (a diferenciação) comeu peixe com eles em outra oportunidade. Se fez essas coisas depois do Calvário, materializado, qual o porquê que impediria que fizesse antes?
"Deus não derroga leis. O fantástico está justamente no natural. A maior câmera de materialização é o próprio útero feminino".
Comento.
Claro, é ponto doutrinário de relevância, Deus não derroga leis que Ele mesmo criou.
Mas, temos nós conhecimento de todas essas leis?
Já podemos apresentar ao meio acadêmico teorias, sistemas, leis que expliquem um simples fenômeno de transposição de objeto atravessando a matéria?
Nossas materializações são naturais para nós, mas ainda representam o fantástico para o observador comum não espírita ou espiritualista ou mesmo para o cientista materialista.
E o útero materno, com toda a complexidade que envolve, no Milagre da Vida que em sí mesmo ainda é um Mistério para a própria Ciência, pode ser uma das Câmeras de Materialização disponiveis neste Fabuloso Universo de Deus.
Segue.
Comento.
Sim. todas as caracteristicas básicas, mas acrescentadas do que poderia ser um outro nível de materialização além dos nossos já conhecidos, porque apareceu em recinto fechado sem abrir porta, pediu que o tocassem, ofereceu as mãos com chagas para Thomé ficar convencido da sua ressurreição e, finalmente (a diferenciação) comeu peixe com eles em outra oportunidade. Se fez essas coisas depois do Calvário, materializado, qual o porquê que impediria que fizesse antes?
"Deus não derroga leis. O fantástico está justamente no natural. A maior câmera de materialização é o próprio útero feminino".
Comento.
Claro, é ponto doutrinário de relevância, Deus não derroga leis que Ele mesmo criou.
Mas, temos nós conhecimento de todas essas leis?
Já podemos apresentar ao meio acadêmico teorias, sistemas, leis que expliquem um simples fenômeno de transposição de objeto atravessando a matéria?
Nossas materializações são naturais para nós, mas ainda representam o fantástico para o observador comum não espírita ou espiritualista ou mesmo para o cientista materialista.
E o útero materno, com toda a complexidade que envolve, no Milagre da Vida que em sí mesmo ainda é um Mistério para a própria Ciência, pode ser uma das Câmeras de Materialização disponiveis neste Fabuloso Universo de Deus.
Segue.
Finalizando.
Apenas
lembrar que esta série de comentários não visa a defesa isolada da teoria do
corpo fluídico como um ponto doutrinário.
Significa apenas uma iniciativa/tentativa de expressar que não identifico como defender, também isoladamente, a teoria do corpo biológico comum.
Também relembro que, pessoalmente, tenho tendência para uma das hipóteses, sem no entanto fechar a questão comigo mesmo, a partir da análise que tenho de que não há como provar definitivamente que uma outra seja a real.
E assim, generalizamente, penso que tanto uma quanto outra pode ser a real, e que defesas isoladas apenas acirram uma polêmica sem resultados práticos em torno da nossa real necessidade, a melhoria interior.
Tanto uma quanto outra não conflitam com os Pontos Fundamentais da Doutrina.
Admitir, no limite, uma ou outra, apenas refletirá tendências pessoais de cada um de nós.
Sigo com uma exposição que ouvi de um orientador espiritual, quando ainda ingressava na Doutrina, adolescente que era: "O Verdadeiro Corpo de Jesus que mais importa é o seu Corpo Doutrinário consubstanciado em "Amar ao próximo como a si mesmo".
Meu Deus, e como ainda é um desafio, diante de certas circunstâncias, buscar vivenciar este Verdadeiro Corpo de Jesus.
Preciso reunir aberturas e esforços para seguir adiante na busca de vivenciar o Verdadeiro Corpo de Jesus.
Sigo, com esperança, porque tenha Jesus tido um corpo fisico habitual ou materializado, estou seguro de que posso contar com a Misericórdia de Deus para amparar-me na jornada.
Paz e Luz,
Edson Nunes
Significa apenas uma iniciativa/tentativa de expressar que não identifico como defender, também isoladamente, a teoria do corpo biológico comum.
Também relembro que, pessoalmente, tenho tendência para uma das hipóteses, sem no entanto fechar a questão comigo mesmo, a partir da análise que tenho de que não há como provar definitivamente que uma outra seja a real.
E assim, generalizamente, penso que tanto uma quanto outra pode ser a real, e que defesas isoladas apenas acirram uma polêmica sem resultados práticos em torno da nossa real necessidade, a melhoria interior.
Tanto uma quanto outra não conflitam com os Pontos Fundamentais da Doutrina.
Admitir, no limite, uma ou outra, apenas refletirá tendências pessoais de cada um de nós.
Sigo com uma exposição que ouvi de um orientador espiritual, quando ainda ingressava na Doutrina, adolescente que era: "O Verdadeiro Corpo de Jesus que mais importa é o seu Corpo Doutrinário consubstanciado em "Amar ao próximo como a si mesmo".
Meu Deus, e como ainda é um desafio, diante de certas circunstâncias, buscar vivenciar este Verdadeiro Corpo de Jesus.
Preciso reunir aberturas e esforços para seguir adiante na busca de vivenciar o Verdadeiro Corpo de Jesus.
Sigo, com esperança, porque tenha Jesus tido um corpo fisico habitual ou materializado, estou seguro de que posso contar com a Misericórdia de Deus para amparar-me na jornada.
Paz e Luz,
Edson Nunes
Bem, a
minha posição é a de "João"..
Pra mim (pra mim), Jesus "encarnou" mesmo...Com carne igual a gente....Sentindo todas as dores..
O que o diferenciava era que "ELE TINHA UM PODER SUPER-ULTRA-PLUS-ABSURDO" sobre o corpo...A ponto de alterá-lo quando quisesse...
Quem comungou com Chico Xavier viu 'coisas absurdas".
Eu mesmo, quando estive em Uberaba em 1981, ao abraçá-lo, tomei um banho (do nada!!) de éter com cheiro de rosas...Minha mão ficou "impregnada" até o dia seguinte do perfume...
Outros companheiros (de Uberaba) com quem eu convivi e quem conviveram com o Chico falaram-me que numa REUNIÃO DE MATERIALIZAÇÃO para uma senhora doente de câncer no cérebro VIRAM O CHICO DESCANSANDO NA CADEIRA, DORMINDO, E ELE AO MESMO TEMPO DESDOBRADO MATERIALIZADO E RECEBENDO A INCORPORAÇÃO DE SCHEILLA, A ENFERMEIRA ....
Quando eu perguntei se mais alguém tinha visto isso, meu amigo falou que "TODOS VIRAM", inclusive WALDO VIEIRA, que participou da reunião...
Então, IMAGINA, se Chico, um espírito carinhoso, amigo, mas ainda ligado ao nosso tipo de reencarnação, PRODUZIU ISSO Imagina um Cristo, no alto do seu "poder de participante da Comunidade Solar?
Quando o Mestre, depois da crucificação, desce aos umbrais para resgatar Judas (isto tem um poema de Maria Dolores no livro "Momentos de Ouro", o Cristo, PODERIA DIZER ÀQUELES REVOLTADOS. Olha, eu fui e venci o mundo. Nasci igual a vcs, sofri igual a vcs... E VENCI O MUNDO
Nisto reside a Glória do Cristo! A sua exemplificação....Ninguém pode dizer que ele foi lá e viveu na abastança, filhinho de papai, teve estudos, etc....Não, ninguém pode dizer isso...Pois ele viveu cofme a Lei...Como diz Paulo na Epístola aos Hebreus.
Mas o corpo dele era submetido à sua Glória!!
abs.
Pra mim (pra mim), Jesus "encarnou" mesmo...Com carne igual a gente....Sentindo todas as dores..
O que o diferenciava era que "ELE TINHA UM PODER SUPER-ULTRA-PLUS-ABSURDO" sobre o corpo...A ponto de alterá-lo quando quisesse...
Quem comungou com Chico Xavier viu 'coisas absurdas".
Eu mesmo, quando estive em Uberaba em 1981, ao abraçá-lo, tomei um banho (do nada!!) de éter com cheiro de rosas...Minha mão ficou "impregnada" até o dia seguinte do perfume...
Outros companheiros (de Uberaba) com quem eu convivi e quem conviveram com o Chico falaram-me que numa REUNIÃO DE MATERIALIZAÇÃO para uma senhora doente de câncer no cérebro VIRAM O CHICO DESCANSANDO NA CADEIRA, DORMINDO, E ELE AO MESMO TEMPO DESDOBRADO MATERIALIZADO E RECEBENDO A INCORPORAÇÃO DE SCHEILLA, A ENFERMEIRA ....
Quando eu perguntei se mais alguém tinha visto isso, meu amigo falou que "TODOS VIRAM", inclusive WALDO VIEIRA, que participou da reunião...
Então, IMAGINA, se Chico, um espírito carinhoso, amigo, mas ainda ligado ao nosso tipo de reencarnação, PRODUZIU ISSO Imagina um Cristo, no alto do seu "poder de participante da Comunidade Solar?
Quando o Mestre, depois da crucificação, desce aos umbrais para resgatar Judas (isto tem um poema de Maria Dolores no livro "Momentos de Ouro", o Cristo, PODERIA DIZER ÀQUELES REVOLTADOS. Olha, eu fui e venci o mundo. Nasci igual a vcs, sofri igual a vcs... E VENCI O MUNDO
Nisto reside a Glória do Cristo! A sua exemplificação....Ninguém pode dizer que ele foi lá e viveu na abastança, filhinho de papai, teve estudos, etc....Não, ninguém pode dizer isso...Pois ele viveu cofme a Lei...Como diz Paulo na Epístola aos Hebreus.
Mas o corpo dele era submetido à sua Glória!!
abs.
Pois
é... É a necessidade psicológica em tornar semelhante aquilo que desconhecemos.
Nenhum demerito nisto.
Acreditava-se que eramos criaturas criadas a imagem e semelhança de Deus.
E assim humanizamos Deus até onde a razão aceitou.
Evidentemente como muito bem foi explicitado esta é uma questão que não se chegara a um consenso pela propria dimensão do assunto.
A meu ver nesta altura do campeonato a divergencia deveria ser encarada como simples questão de lógica.
Admitimos o conceito do mecanismo da evolução.
O principio inteligente transmigra através das formas objetivando a evolução.
Mineral - Vegetal - humana - Angelical.
Não é assim?
O que é o Angelical?
Eis aqui o nó da questão.
O conhecimento humano estanca nesta fronteira hominal e não ´possui qualquer informação de mais além.
Não é assim?
Pois bem afim de desatar este nó é necessario possuir mais informações deste mundo angelico.
Onde se encontra o Cristo de Deus manifestado entre os humanóides terraqueos com o nome de Jesus, no momento?????????????????????????????????
Acreditava-se que eramos criaturas criadas a imagem e semelhança de Deus.
E assim humanizamos Deus até onde a razão aceitou.
Evidentemente como muito bem foi explicitado esta é uma questão que não se chegara a um consenso pela propria dimensão do assunto.
A meu ver nesta altura do campeonato a divergencia deveria ser encarada como simples questão de lógica.
Admitimos o conceito do mecanismo da evolução.
O principio inteligente transmigra através das formas objetivando a evolução.
Mineral - Vegetal - humana - Angelical.
Não é assim?
O que é o Angelical?
Eis aqui o nó da questão.
O conhecimento humano estanca nesta fronteira hominal e não ´possui qualquer informação de mais além.
Não é assim?
Pois bem afim de desatar este nó é necessario possuir mais informações deste mundo angelico.
Onde se encontra o Cristo de Deus manifestado entre os humanóides terraqueos com o nome de Jesus, no momento?????????????????????????????????
Não
existe involução.
Logo...
Logo...
Eu não
consegui o privilegio nesta vida de encontrar pessoalmente com o Candido
Francisco.
A ironia é que Ele foi certa feita e mais de uma vez, a bem da verdade,em minha casa visitar o irmão primogênito e eu estava na rua brincando. Naquela época as crianças ainda brincavam despreocupadamente nas ruas com os amigos.
Mamãe o recebeu com o cafezinho e dizia que Ele ficara encolhido humildemente sentado a um canto do sofá.
Este irmão mais velho recebia uma atenção especial do Chico Xavier que até pouco tempo eu não compreendia.
Meu desencontro com ele foi singular e até comico.
Como jovem idealista evidentemente almejava um encontro com ele, reconhecido já à época como uma grande alma a serviço de Jesus.
Mas não deu... Qdo. fui a Uberaba, mais tarde,saindo de São Paulo, onde residia, esperando o encontro almejado, passei o dia todo no ônibus chegando lá a tardinha. Através de informações dos moradores consegui chegar a sua casa que era centro espirita.
A noite chegava o crepúsculo tingia o horizonte da cor alaranjada despertando a nostalgia nas almas ansiosas.
Encontrei algumas pessoas no portão sendo atendidas por atenciosas senhoras. Acheguei-me igualmente esperando alguma informação do médium famoso.
Porém, qual não foi minha decepção, ao me dar conta que Chico viajara para SÃO PAULO e se encontrava num centro em visita fraterna.
Só um detalhe, este centro ficava perto de casa.
Hoje compreendo as lições veladas daquela época. O premio de consolação foi que senti igualmente como muitos, o aroma forte e agradável de rosas certa feita qdo. estava indo para a Federação Espirita de S.Paulo. O aroma foi tão forte que sobrepujou o ar poluído e o transito frenético da rua Maria Paula onde ficava a antiga sede da Federação.
A ironia é que Ele foi certa feita e mais de uma vez, a bem da verdade,em minha casa visitar o irmão primogênito e eu estava na rua brincando. Naquela época as crianças ainda brincavam despreocupadamente nas ruas com os amigos.
Mamãe o recebeu com o cafezinho e dizia que Ele ficara encolhido humildemente sentado a um canto do sofá.
Este irmão mais velho recebia uma atenção especial do Chico Xavier que até pouco tempo eu não compreendia.
Meu desencontro com ele foi singular e até comico.
Como jovem idealista evidentemente almejava um encontro com ele, reconhecido já à época como uma grande alma a serviço de Jesus.
Mas não deu... Qdo. fui a Uberaba, mais tarde,saindo de São Paulo, onde residia, esperando o encontro almejado, passei o dia todo no ônibus chegando lá a tardinha. Através de informações dos moradores consegui chegar a sua casa que era centro espirita.
A noite chegava o crepúsculo tingia o horizonte da cor alaranjada despertando a nostalgia nas almas ansiosas.
Encontrei algumas pessoas no portão sendo atendidas por atenciosas senhoras. Acheguei-me igualmente esperando alguma informação do médium famoso.
Porém, qual não foi minha decepção, ao me dar conta que Chico viajara para SÃO PAULO e se encontrava num centro em visita fraterna.
Só um detalhe, este centro ficava perto de casa.
Hoje compreendo as lições veladas daquela época. O premio de consolação foi que senti igualmente como muitos, o aroma forte e agradável de rosas certa feita qdo. estava indo para a Federação Espirita de S.Paulo. O aroma foi tão forte que sobrepujou o ar poluído e o transito frenético da rua Maria Paula onde ficava a antiga sede da Federação.
Senti o
aroma em outras ocasiões. E sempre tinha certeza da boa disposição do emissário
a meu favor.
Quem foi contemporâneo do meigo Francisco sabe do interesse que despertava na sociedade.
Sabia-se que testemunhava-se um fato historico de ocorrência rara.
Chico com a aparencia de fragilidade que o caracterizava despertava um carinho irresistível nas pessoas a seu favor.
Quem foi contemporâneo do meigo Francisco sabe do interesse que despertava na sociedade.
Sabia-se que testemunhava-se um fato historico de ocorrência rara.
Chico com a aparencia de fragilidade que o caracterizava despertava um carinho irresistível nas pessoas a seu favor.
Responder
Roberto/sobre os escritos de
João.
Como dá
para ver, não sem razões o Codificador apontou sobre a essência que é válida
nos escritos da Bíblia (seja no Antigo ou Novo Testamento) em caráter Atemporal
- a parte moral (Lei do Amor).
No caso das citações de João trazidas por você, fica nitido, por exemplo, um fanatismo exacerbado a ponto de comparar posições interpretativas sobre Jesus e apontar até o figura do Anticristo para uma delas.
Penso que alguém que pesquise textos dos originais gregos do Novo Testamento poderia auxiliar nessa questão, que sugere alguma divisão que havia entre os primeiros cristãos em relação ao corpo de Jesus, mas não em sua origem e sim na manifestação.
Ou seja, não crer que Jesus tinha realmente um corpo de carne. Mas a hipótese do corpo fluídico não diz que o corpo de Jesus não fosse de carne, em termos de análise espírita, porque Katie King era um Espírito materializado e tinha um corpo de carne, mas de origem fluídica/ectoplásmica, tanto que Crookes podia tomar seu pulso e ouvir suas batidas cardíacas.
Para negar de fato (uma provável ou não) origem fluídica do corpo de Jesus, se esse fosse o sentido dos escritos que você trouxe de João, convenhamos que o fato não teria ficado adstrito a essas anotações em Epístola, mesmo porque seria a negação da Anunciação do Anjo a Maria de que ela conceberia sem conhecer varão. Ora, se fosse isso, convenhamos, teria sido um embate muito grave entre João e os outros evangelistas. No entanto, não há registro de tais polêmicas em relação à Anunciação do Anjo.
Paz e Luz,
Edson Nunes
No caso das citações de João trazidas por você, fica nitido, por exemplo, um fanatismo exacerbado a ponto de comparar posições interpretativas sobre Jesus e apontar até o figura do Anticristo para uma delas.
Penso que alguém que pesquise textos dos originais gregos do Novo Testamento poderia auxiliar nessa questão, que sugere alguma divisão que havia entre os primeiros cristãos em relação ao corpo de Jesus, mas não em sua origem e sim na manifestação.
Ou seja, não crer que Jesus tinha realmente um corpo de carne. Mas a hipótese do corpo fluídico não diz que o corpo de Jesus não fosse de carne, em termos de análise espírita, porque Katie King era um Espírito materializado e tinha um corpo de carne, mas de origem fluídica/ectoplásmica, tanto que Crookes podia tomar seu pulso e ouvir suas batidas cardíacas.
Para negar de fato (uma provável ou não) origem fluídica do corpo de Jesus, se esse fosse o sentido dos escritos que você trouxe de João, convenhamos que o fato não teria ficado adstrito a essas anotações em Epístola, mesmo porque seria a negação da Anunciação do Anjo a Maria de que ela conceberia sem conhecer varão. Ora, se fosse isso, convenhamos, teria sido um embate muito grave entre João e os outros evangelistas. No entanto, não há registro de tais polêmicas em relação à Anunciação do Anjo.
Paz e Luz,
Edson Nunes
Roberto/Um indício de que a
polêmica era outra.
Está no
Evangelho do mesmo João, quando Jesus fala aos fariseus:
(João, 8, vr. 15) "Vós julgais segundo a carne, eu a ninguém julgo".
Sugere ficar claro que esta expressão "carne" era em referência a algum preceito do Velho Testamento, e não em relação a interpretações sobre o corpo de Jesus.
Fico até refletindo se o texto que você postou de João não seria com referência à posição de Tiago (também até certo de Pedro) que queria que os ensinos de Jesus não colocassem um fim aos preceitos do VT, como a circuncisão e sacrifícios.
Paz e Luz,
Edson Nunes
(João, 8, vr. 15) "Vós julgais segundo a carne, eu a ninguém julgo".
Sugere ficar claro que esta expressão "carne" era em referência a algum preceito do Velho Testamento, e não em relação a interpretações sobre o corpo de Jesus.
Fico até refletindo se o texto que você postou de João não seria com referência à posição de Tiago (também até certo de Pedro) que queria que os ensinos de Jesus não colocassem um fim aos preceitos do VT, como a circuncisão e sacrifícios.
Paz e Luz,
Edson Nunes
Edson,
No caso das citações de João trazidas por você, fica nitido, por exemplo, um fanatismo exacerbado a ponto de comparar posições interpretativas sobre Jesus e apontar até o figura do Anticristo para uma delas.
João combate aqui o "docetismo", uma doutrina do início do século II entre os primitivos cristãos...Cfme vc vem afirmando, ao invés dos cristãos, à época, se afeiçoarem aos ensinos e prática do Cristo, começou-se a "discutir" indefinidamente sobre a natureza do corpo do Cristo, numa discussão sem fim e "sem sentido", porque mais importante do que o 'corpo" é a doutrina...
E por conta destas discussões criou-se cizânia e separatismo. Por isso, João classifica como de "anti-cristo" (ou seja, contra a essência do verdadeiro objetivo do Cristo), que é a do Amor em seu grau supremo, com esclarecimento e bondade...
No caso das citações de João trazidas por você, fica nitido, por exemplo, um fanatismo exacerbado a ponto de comparar posições interpretativas sobre Jesus e apontar até o figura do Anticristo para uma delas.
João combate aqui o "docetismo", uma doutrina do início do século II entre os primitivos cristãos...Cfme vc vem afirmando, ao invés dos cristãos, à época, se afeiçoarem aos ensinos e prática do Cristo, começou-se a "discutir" indefinidamente sobre a natureza do corpo do Cristo, numa discussão sem fim e "sem sentido", porque mais importante do que o 'corpo" é a doutrina...
E por conta destas discussões criou-se cizânia e separatismo. Por isso, João classifica como de "anti-cristo" (ou seja, contra a essência do verdadeiro objetivo do Cristo), que é a do Amor em seu grau supremo, com esclarecimento e bondade...
Quanto
à concepção de Jesus, a "carne" foi usada também, só que outra
forma....Ao invés de conjunção carnal pode ter havido "fecundação por
outra forma", do mesmo modo que hoje inúmeras
mulheres são fecundadas em laboratórios sem conhecer varão para "aquele
fim"..., uma vez
que existem, às vezes dificuldades orgânicas de ambos os lados".
Eu, sem ver nenhum problema em ter havido fecundação em condições normais, não "descarto a ação da Espiritualidade Superior, caso esta tenha feito"...Não descarto...
O que intuo é que, EM AMBOS OS CASOS, com intervenção ou não intervenção, houve corporeificação segundo a Lei do nosso Mundo"...
O que distingue o Mestre é sua ação sobre os elementos...
Eu, sem ver nenhum problema em ter havido fecundação em condições normais, não "descarto a ação da Espiritualidade Superior, caso esta tenha feito"...Não descarto...
O que intuo é que, EM AMBOS OS CASOS, com intervenção ou não intervenção, houve corporeificação segundo a Lei do nosso Mundo"...
O que distingue o Mestre é sua ação sobre os elementos...
Insisto
que pra dar continuidade a tentativa de se compreender definitivamente o
assunto é IMPRESCINDIVEL mais informações a respeito dos mundos superiores e a
atual moradia daquele que foi conhecido como Jesus.
Senão... Continuar-se-a indeterminadamente neste negocio de era... não era assim.
Senão... Continuar-se-a indeterminadamente neste negocio de era... não era assim.
Acontece
que estamos relegados a um verdadeiro deserto de informação no que diz respeito
aos mundos superiores.
Não é verdade?
Aonde se encontra a literatura que versa sobre as maravilhas de tais mundos?
Onde o médium ou o escritor inspirado que descreve deste Shangri-La Fantastico?
Qual avatar da historia humana que deixou indícios consideraveis destes lugares?
O silencio a respeito é desconcertante.
Muito tenho para dizer, mas ainda não estão preparados para ouvir!
Foi isto que o Divino Mestre exortava frequentemente a turba interessada?
Continuamos incapacitados para receber informações que descrevam tais mundos?
O Espiritsmo avançou até as Colonias espirituais e dali não passou.
A ciência do primata humano nem descreve qualquer possibilidade factível.
O passado bem ou mal é conhecido pelo homem. E o futuro?
Pois então... A discussão que transcende o intelecto humano não possibilita nenhuma conclusão enquanto o interessado não transigir com sua limitação e ascender na busca de novos conhecimentos.
Como cientista da alma que o espirita deve ser cabe a pesquisa e o interesse em descobrir para onde se encaminha a evolução humana.
Onde estão estas informações?
Onde poderemos adquirir tais informações?
É necessário tais informações?
O homem tem uma necessidade irressitivel de buscar novos conhecimentos.
Para entender a entidade extraordinaria sob foco é necessario mais informação.
Para seguir pela vida ordinaria de cada um no objetivo do aperfeiçoamento moral exemplificado pelo Emissario Divino é necessario a renuncia incondicional, é necessario a entrega total dos interesses mundanos em prol da solidariedade.
Esta o homem preparado para tal mister?
Portanto, a informação a erudição das coisas Divinas é suporte adequado para continuar na disposição de servir o Divino Cordeiro de forma a alcançar o sucesso que almejamos.
Não é verdade?
Aonde se encontra a literatura que versa sobre as maravilhas de tais mundos?
Onde o médium ou o escritor inspirado que descreve deste Shangri-La Fantastico?
Qual avatar da historia humana que deixou indícios consideraveis destes lugares?
O silencio a respeito é desconcertante.
Muito tenho para dizer, mas ainda não estão preparados para ouvir!
Foi isto que o Divino Mestre exortava frequentemente a turba interessada?
Continuamos incapacitados para receber informações que descrevam tais mundos?
O Espiritsmo avançou até as Colonias espirituais e dali não passou.
A ciência do primata humano nem descreve qualquer possibilidade factível.
O passado bem ou mal é conhecido pelo homem. E o futuro?
Pois então... A discussão que transcende o intelecto humano não possibilita nenhuma conclusão enquanto o interessado não transigir com sua limitação e ascender na busca de novos conhecimentos.
Como cientista da alma que o espirita deve ser cabe a pesquisa e o interesse em descobrir para onde se encaminha a evolução humana.
Onde estão estas informações?
Onde poderemos adquirir tais informações?
É necessário tais informações?
O homem tem uma necessidade irressitivel de buscar novos conhecimentos.
Para entender a entidade extraordinaria sob foco é necessario mais informação.
Para seguir pela vida ordinaria de cada um no objetivo do aperfeiçoamento moral exemplificado pelo Emissario Divino é necessario a renuncia incondicional, é necessario a entrega total dos interesses mundanos em prol da solidariedade.
Esta o homem preparado para tal mister?
Portanto, a informação a erudição das coisas Divinas é suporte adequado para continuar na disposição de servir o Divino Cordeiro de forma a alcançar o sucesso que almejamos.
Roberto.
Sigo na
tendência de interpretar que João fazia referência à carne em relação à
vinculação de Jesus aos preceitos da Lei de Moisés.
O Docetismo não foi contemporâneo do grupo apostolar, que apenas era dividido (e assim mesmo entre as exclusivas posições/tendências de Pedro, Tiago e Paulo) em relação exatamente a manter ou não preceitos da Lei Antiga. Mas, no final, prevaleceu a ação de Paulo e ficou consenso entre o circulo apostolar que a Mensagem de Jesus era o novo roteiro a seguir, sem manter preceitos rituais da Antiga Lei.
Paz e Luz,
Edson Nunes
O Docetismo não foi contemporâneo do grupo apostolar, que apenas era dividido (e assim mesmo entre as exclusivas posições/tendências de Pedro, Tiago e Paulo) em relação exatamente a manter ou não preceitos da Lei Antiga. Mas, no final, prevaleceu a ação de Paulo e ficou consenso entre o circulo apostolar que a Mensagem de Jesus era o novo roteiro a seguir, sem manter preceitos rituais da Antiga Lei.
Paz e Luz,
Edson Nunes
Edson,
O Docetismo na condição de doutrina exposta pode "até" sido criada mais à frente. Mas a idéia de que "Jesus não veio em carne" é contemporânea sim. Tanto é que João fala duas vezes sobre o assunto.
Nesta questão eu penso diferente do amigo...Não associo a ligações com questões Moisaicas...
Acho firmemente que ele combateu mesmo a idéia que Jesus não veio em carne. Literalmente....
Se vc consultar os estudos mais aprofundados sobre o Docetismo e a idéia verá que minha opinião se abaliza nisso.
Mas isso é só pra nosso bate-papo, né?
abração
O Docetismo na condição de doutrina exposta pode "até" sido criada mais à frente. Mas a idéia de que "Jesus não veio em carne" é contemporânea sim. Tanto é que João fala duas vezes sobre o assunto.
Nesta questão eu penso diferente do amigo...Não associo a ligações com questões Moisaicas...
Acho firmemente que ele combateu mesmo a idéia que Jesus não veio em carne. Literalmente....
Se vc consultar os estudos mais aprofundados sobre o Docetismo e a idéia verá que minha opinião se abaliza nisso.
Mas isso é só pra nosso bate-papo, né?
abração
O caso
Katie King é mesmo real? Eu já tinha ouvido falar dele, mas sendo citado como
fraude. E vendo na internet, parece óbvio que o suposto espírito e a médium são
a mesma pessoa. O rosto é idêntico.
Roberto.
Fui
pesquisar (e em fontes católicas e protestantes) mais profundamente sobre
Docetismo.
E dai pude perceber que de fato no mínimo o que deu vazão ao posterior Docetismo teve origem ainda nos tempos apostólicos.
E junto a isto veio algo de enorme significância.
O que foi chamado de Docetismo no final do primeiro século cristão tem apenas ponto de ligação com o que é comentado como Docetismo em nosso meio espirita. O ponto de ligação é realmente quanto a Jesus não ter tido um corpo carnal. Mas, pára por ai, porque os docetistas não admitiam que Jesus houvesse nascido de Maria, baseados numa confrontação entre corpo carnal como sujeito a imperfeições e Jesus "como Deus" não passíve de imperfeições.
Ou seja, eles não admitiam que Jesus tivesse um corpo de carne, sem entrar em considerações se este corpo de carne era ou não no sentido de uma materialização. Simplesmente não poderia haver carne, quando na hipótese em nosso meio sobre corpo fluídico isso não anula corpo material, apenas o coloca como corpo material advindo de materialização. Para os docetistas Jesus tinha uma origem como fantasmagórica, e dai interpretavam que seus sofrimentos houvessen sido uma farsa. Para eles, Jesus não teria sofrido de nenhuma forma, e eles mesmos afirmacam que os sofrimentos haviam sido farsa. Em nosso meio isso já surge como interpretação (da parte dos que não aceitam o corpo materializado com origem fluídica).
Um outro ponto de destaque é que os escritos que conhecemos como diretos dos autores não o foram , porque somente escritos no Século II DC. Esse detalhe e mais a escolha dos textos em Concilio ainda posterior nos deixam enormes margens de dúvidas quanto ao que de fato ocorreu factualmente e o que passou para a escrita vindo da tradição oral.
Paz e Luz,
Edson Nunes
E dai pude perceber que de fato no mínimo o que deu vazão ao posterior Docetismo teve origem ainda nos tempos apostólicos.
E junto a isto veio algo de enorme significância.
O que foi chamado de Docetismo no final do primeiro século cristão tem apenas ponto de ligação com o que é comentado como Docetismo em nosso meio espirita. O ponto de ligação é realmente quanto a Jesus não ter tido um corpo carnal. Mas, pára por ai, porque os docetistas não admitiam que Jesus houvesse nascido de Maria, baseados numa confrontação entre corpo carnal como sujeito a imperfeições e Jesus "como Deus" não passíve de imperfeições.
Ou seja, eles não admitiam que Jesus tivesse um corpo de carne, sem entrar em considerações se este corpo de carne era ou não no sentido de uma materialização. Simplesmente não poderia haver carne, quando na hipótese em nosso meio sobre corpo fluídico isso não anula corpo material, apenas o coloca como corpo material advindo de materialização. Para os docetistas Jesus tinha uma origem como fantasmagórica, e dai interpretavam que seus sofrimentos houvessen sido uma farsa. Para eles, Jesus não teria sofrido de nenhuma forma, e eles mesmos afirmacam que os sofrimentos haviam sido farsa. Em nosso meio isso já surge como interpretação (da parte dos que não aceitam o corpo materializado com origem fluídica).
Um outro ponto de destaque é que os escritos que conhecemos como diretos dos autores não o foram , porque somente escritos no Século II DC. Esse detalhe e mais a escolha dos textos em Concilio ainda posterior nos deixam enormes margens de dúvidas quanto ao que de fato ocorreu factualmente e o que passou para a escrita vindo da tradição oral.
Paz e Luz,
Edson Nunes
Alisson
Precisamos
lembrar o seguinte: o Espírito Puro é o ser que mais detém liberdade de agir,
em razão de sua evolução.
Notem que ele não está mais sujeito à reencarnações. "Sujeito". . Mas pode se revestir de algum corpo (encarnar) se estiver em missão...
Vejam o Livro dos Espíritos:
188. Os Espíritos puros habitam mundos especiais, ou encontram- se no espaço universal, sem estar ligados especialmente a um globo?
-- Os Espíritos puros habitam determinados mundos, mas não estão confinados a eles como os homens a Terra; eles podem, melhor que os outros, estar em toda parte.
Há uma passagem em "Obreiros da Vida Eterna", cap. 3 - O Sublime Visitante - de André Luiz, onde o instrutor Cornélio descreve o grau de evolução de Asclépios (o espírito visitante). E Asclépios era um Espírito Superior...Vejam:
(......)– Asclépios, todavia, não mais reencarnará na Crosta?
O instrutor gesticulou, significativamente, e esclareceu:
– Poderá reencarnar em missão de grande benemerência, se
quiser, mas a intervalos de cinco a oito séculos entre as reencarnações.
– Oh! Deus – exclamei – como é grandioso semelhante estado
de elevação!
– Constitui sagrado estímulo para todos nós – ajuntou o mentor
atenciosamente.
Notem que ele não está mais sujeito à reencarnações. "Sujeito". . Mas pode se revestir de algum corpo (encarnar) se estiver em missão...
Vejam o Livro dos Espíritos:
188. Os Espíritos puros habitam mundos especiais, ou encontram- se no espaço universal, sem estar ligados especialmente a um globo?
-- Os Espíritos puros habitam determinados mundos, mas não estão confinados a eles como os homens a Terra; eles podem, melhor que os outros, estar em toda parte.
Há uma passagem em "Obreiros da Vida Eterna", cap. 3 - O Sublime Visitante - de André Luiz, onde o instrutor Cornélio descreve o grau de evolução de Asclépios (o espírito visitante). E Asclépios era um Espírito Superior...Vejam:
(......)– Asclépios, todavia, não mais reencarnará na Crosta?
O instrutor gesticulou, significativamente, e esclareceu:
– Poderá reencarnar em missão de grande benemerência, se
quiser, mas a intervalos de cinco a oito séculos entre as reencarnações.
– Oh! Deus – exclamei – como é grandioso semelhante estado
de elevação!
– Constitui sagrado estímulo para todos nós – ajuntou o mentor
atenciosamente.
É real
sem dúvida o caso de Kate King.
Para melhores esclarecimentos, seria interessante ler "Fatos espíritas" de William Crookes, que estudou passo a passo as materializações do espírito e medium.
Alexandre Aksakoff na obra "Animismo e espiritismo" menciona e esclarece de maneira abrangente sobre Kate, dando maior enfase a outros casos igualmente valiosos.
Infelizmente, as pessoas tentam criar calunias afim de desmerecer os estudos sérios apresentados. Basta ler e estudar a metodologia aplicada, bem como a seriedade dos estudiosos envolvidos, para creditarmos quanto a veracidade ali exposta.
Abraços fraternos
Para melhores esclarecimentos, seria interessante ler "Fatos espíritas" de William Crookes, que estudou passo a passo as materializações do espírito e medium.
Alexandre Aksakoff na obra "Animismo e espiritismo" menciona e esclarece de maneira abrangente sobre Kate, dando maior enfase a outros casos igualmente valiosos.
Infelizmente, as pessoas tentam criar calunias afim de desmerecer os estudos sérios apresentados. Basta ler e estudar a metodologia aplicada, bem como a seriedade dos estudiosos envolvidos, para creditarmos quanto a veracidade ali exposta.
Abraços fraternos








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